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Boa vontade só não vai bastar
Quem acompanha as páginas do Comércio ou as postagens do Portal GCN tem percebido que avolumam as reclamações contra
MORADORES DE RUA PROLIFERAM E CRIAM UMA SITUAÇÃO DIFÍCIL PARA A PREFEITURA
Quem acompanha as páginas do Comércio ou as postagens do Portal GCN tem percebido que avolumam as reclamações contra a verdadeira invasão das ruas de Franca de um grande número de moradores de rua. O número, que chegou a pouco mais de uma dezena há pelo menos duas décadas chega hoje à casa de centenas, muitos deles atraídos pela política social implementada pela Prefeitura na gestão de Alexandre Ferreira (PSDB, 2012-2016). Aliás, pelo que se percebe, não existe até hoje uma política de assistência social sólida em nosso município que, a cada mês, recebe levas de moradores de rua — grande parte deles pedintes e viciados em álcool e drogas. A partir do momento em que não há uma diretriz séria, fundamentada em preceitos já consagrados e que promova mudanças reais em tudo o que aí está, não se pode dizer que a questão poderia ser resolvida de forma satisfatória para o francano.
 
Agora, diante desta verdadeira explosão no número de moradores de rua, a Prefeitura Municipal anunciou que pretende intensificar uma série de ações para tentar reduzir esta população que se espalha pelas ruas da cidade e não apenas no centro, como ocorria antigamente. De acordo com o secretário de Ação Social, Vanderlei Tristão, entre as medidas estão oferecer atendimento social e de saúde, através do Busca Ativa, para ajudá-los a voltar para casa. Para as pessoas que não são daqui, deve ser fornecido um auxílio para que retornem a seus locais de origem. Por qual razão que nada deste tipo tenha sido feito anteriormente? Se tal tivesse ocorrido, a situação não estaria tão séria como a que registramos agora. A questão já poderia ter sido resolvida, pelo menos em grande parte, com a adoção de ações simples, como catalogação, encaminhamento e tratamento deste grupo de indivíduos.
 
O que não se entende até agora — e esta é a maior reclamação dos francanos — é a defesa que se faz da existência do Centro Pop. Até o atual secretário Vanderlei Tristão tenta eximir a instituição de qualquer responsabilidade na proliferação de moradores de rua. Acontece que, já está comprovado, vários deles já disseram que vieram para cá por causa do Centro Pop, onde têm abrigo, casa, comida e roupas, sem que seja exigida qualquer responsabilidade. Está claro, para quem acompanha o assunto com interesse, que não existe outra solução: será preciso reformular a instituição, inclusive na forma de abrigar quem não tem moradia. Do jeito que está, o Centro Pop só contribui para o crescimento do número de moradores de rua, atraindo para o nosso município, principalmente usuários de drogas, lícitas ou ilícitas, os quais não se furtam em importunar e assediar cidadãos de bem.
 
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