Batuque

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O sambalelê do crioulo doido está parado, a nega que requebra as cadeiras está com o pé quebrado, sem pular a zabumba o pandeiro fica mirrado e o ziriguidum no pelourinho perde o rebolado.

Vem sambar, mulata, roda a saia e mexe o quebra-queixo, vem com cheiro de dendê que me amarro no seu acarajé. A maré da sorte vai voltar no dia de Iemanjá e com você baiana eu quero gingar.

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