19/03/2017 - Reportagem de Corrêa Neves Júnior

Carne podre

Salsicha recheada com farinha de mandioca e tiras de papelão. Frango com água injetada para aumentar o peso. Linguiça de cabeça de porco e cartilagem. Presunto azedo lavado com produtos químicos para voltar às gôndolas. Carne vencida e malcheirosa “rejuvenescida” com ácido ascórbico. O menu acima, capaz de provocar náuseas e repulsa em qualquer pessoa que tenha noções elementares de higiene, não faz parte da oferta de produtos de um açougue suspeito que vendia cortes oriundos de abate clandestino numa corrutela qualquer perdida no meio do Brasil. Tampouco foi encontrado num depósito abandonado explorado por algum marginal que não tinha noção do que fazia.
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