15/07/2017 - Reportagem de Isabel Fogaça

No meu lugar

Uma sala vazia rodeada de teias de aranhas, tomada pelo ar gélido e pela escuridão, foi mais ou menos assim que Dostoievski definiu a eternidade em um de seus livros, e eu gostei tanto que grifei com caneta vermelha. É desta maneira macabra que quando minha mãe ardilosa indaga com sarcasmo: “É horrível quando alguém nos coloca no nosso devido lugar, não é?!” que compreendo a obscuridade de estar no “nosso devido lugar”.

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