03/12/2017

Sabores de uma Franca que não existe mais

Nasci e cresci numa Franca muito diferente daquela que, quatro décadas depois, segue meu lar. Naqueles anos 70 e 80, a cidade era muito menor. E as noções de distância, também, muito diferentes. O jardim Consolação, para onde minha tia Sandra se mudaria, era periferia. O Noêmia, que ainda nem se chamava assim e era então um aglomerado de chácaras, onde viveria tempos mágicos a partir de meados dos anos 80, podia ser definido, sem exageros, como o fim do mundo. Ainda não havia calçadão, a rodoviária ficava onde hoje é o terminal central de ônibus e o Vale dos Bagres, extinto para abrir caminho para a avenida Hélio Palermo, representava uma opção de lazer e tanto com suas quadras de esportes e áreas verdes.
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5 COMENTÁRIOS

CARLOS ROBERTO MÜLLER SANCHES

05 de Dezembro 2017

gostei muito desse texto....principalmente porque uma coisa sei com certeza,seu deja vu foi mais que isso!sim,a tia da puxa ainda continua la no mesmo lugar....la se vão 43 anos de muito doce!agora ja de cabelinhos brancos,cercada pelos netos e bisnetos,ainda fica no mesmo local,vendendo as gostosas puxas como sempre.bora matar a saudade?rsrs

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LEONARDO CANDIDO BARBOSA

05 de Dezembro 2017

Realmente tempinho bom ,lembrar também do mercadão onde passa todos os dias depois das entregas de jornais ,tinha um senhor que tinha uma vitamina sem igual,que saudade ...

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Marília Gabriela Borissi Nascimento

04 de Dezembro 2017

Boa noite!! Com alegria lemos e relemos, seu artigo em família o que rendeu gostosas risadas , e boas lembranças mas você teve um djavu verdadeiro, porque a tia das puxas permanece no mesmo local do mesmo jeito que sua lembrança guarda, os cabelinhos estão branquinhos mas ela continua com suas puxinhas no mesmo lugar como você guarda na sua lembrança, cercada de netos e bisnetos no oficio. E puxa continua gostosa como sempre!!

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marco antonio sanguino

04 de Dezembro 2017

Muito boa a cronica, lembro de quase todos, menos do pastel. Só para ajudar, uma pequena correção, o pão de queijo ficava em frente a Elimar Produtos para Calçados, a Eralves era na rua Voluntários da Franca. Que saudades daquele centro antigo, faz bem lembrar.

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Donizeti Peixoto Pires

03 de Dezembro 2017

Fiquei muito emocionado com as suas lembranças narradas no gazetilha, pois vive tudo isso, e me fez lembrar de todos esses locais e sabores maravilhosos que hoje existe somente na memoria de que os viveu e pode desfrutar como e o caso meu e seu. Parabens e obrigado

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