10/02/2018 - Reportagem de Roberto de Paula Barbosa

Futebol

Paixão nacional, o futebol e eu nunca tivemos um relacionamento firme e duradouro, motivo pelo qual já me divorciei dele há muito tempo. Não tenho um time do coração e, se acompanho alguns resultados, é mais para motejar algum amigo fanático. Quando adolescente, após as aulas de educação física, o Prof. Pedroca liberava os alunos para um jogo recreativo, que podia ser vôlei, basquete ou o futebol. Como o número de jogadores no futebol era maior, maior seria a chance de minha participação. Selecionavam-se os dois jogadores que sabidamente eram melhores e eles, alternadamente, escolhiam seus atletas. Como sempre ficava sobrante, o último a escolher insistia para que eu reforçasse o time do outro.

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