08/03/2018 - Reportagem de Marcella Murari

Leonardo Cantieri conta que Lauany esfaqueou Núbia

Foto de: Dirceu Garcia/Comércio da Franca

O primeiro a ser ouvido é o jovem apontado como pivô do homicídio, Leonardo Cantieri

A Justiça começou a ouvir o trio responsável pela morte da comerciante Núbia Ribeiro, 21, na tarde desta quinta-feira, 8.

O primeiro a ser ouvido é o jovem apontado como pivô do homicídio, Leonardo Cantieri. Ele contou que atraiu Núbia para seu encontro, Lauany realmente estava no porta-malas e houve briga entre ela e a vítima dentro do carro enquanto ele dirigia, com o intuito de estacionar e colocar as duas frente à frente para conversar e esclarecer tudo. “Em dado momento, a Lauany saiu do porta-malas e começou a brigar com a Núbia. Depois, entrou em desespero quando machucou-a, deixando a Núbia sangrar no rosto e desmaiada, e pediu que eu ajudasse. Eu vi a faca caída no carro, com sangue”.

Ainda em sua versão, Leonardo disse que Lauany afirmou para irem na casa de Italo Neves, na Vila Raycos, pra que ele ajudasse. “A Núbia estava respirando e ficou desmaiada no carro. Quando chegamos lá, não tinha ninguém além dele e uma mulher dentro do imóvel. Entrei na casa para lavar a mão enquanto a Lauany estava conversando com o Italo. Depois, ele disse para entrarmos no carro porque nos ajudaria. Ficamos na rua de cima da casa dele discutindo enquanto ele saiu no meu carro”.

Leonardo também afirmou que, durante o período que Italo esteve fora, Lauany questionou o motivo dele ter se envolvido com Núbia e que nunca imaginou que a história acabaria assim. “Ela era alguém que dormia do meu lado e teve coragem de dar facadas na Núbia”.

No depoimento, o jovem contou que Italo voltou pouco depois e falou que prestou socorro para a vítima. Depois, o comparsa teria queimado os pertences da comerciante e falou que ficaria com o celular de Núbia. “Eu estranhei e ainda falei que poderiam vir atrás de mim, mas ele falou para eu ficar tranquilo”. Em seguida, teria sugerido para se desfazerem do Honda Civic da vítima. Lauany estaria junto e ido com eles até um posto do Distrito Industrial. “Depois, deixamos Italo em casa e, no dia seguinte, meu pai começou a ligar para saber o que tinha acontecido.”

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