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Sesc Jazz & Blues 2017 - Ribeirão Preto

23/08/2017

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Detalhes

Data do Evento: 23/08/2017

Horário: 19:00:00

Local: Sesc - Ribeirão Preto-SP

Informações

Os dois gêneros em suas interlocuções com as mais variadas influências da contemporaneidade.

Dia 23/8, quarta

20h
Hadar Noiberg (ISR)
Nascida em Israel e radicada em Nova York, a flautista Hadar Noiberg promove o encontro dessas duas culturas ao sintetizar improvisações de jazz, harmonias ocidentais e andamentos com inspirações orientais, numa reunião inovadora que lhe rende elogios da crítica especializada desde 2010, ano em que ela lançou seu primeiro trabalho solo, Journey Back Home. Em seu segundo álbum, From the Ground Up, a israelense afirma praticamente ter se reinventado, ao aprofundar a fusão de jazz e world music.

21h
Roy Hargrove (EUA)
Não há limites para a musicalidade de Roy Hargrove, trompetista que faz do jazz veículo de improvisos para hip-hop, R&B, soul, funk, gospel, groove, ritmos afro-cubanos e o que mais lhe der vontade de experimentar. Hargrove tocou com Sonny Rollins e Oscar Peterson, construindo em paralelo uma carreira solo em que nenhum disco se assemelha ao anterior. Participação da cantora italiana Roberta Gambarini.

Teatro Municipal. 500 lugares. 10 anos.
R$50,00 / R$25,00 / R$15,00
http://bit.ly/2uKpfLB


24/8, quinta

19h30
Trio Corrente (BRA)
Desde o lançamento de Corrente (2005), o trio formado por Fábio Torres (piano), Paulo Paulelli (baixo) e Edu Ribeiro (bateria) exercita a habilidade de criar improvisações jazzísticas ancoradas em choro, samba e bossa nova, numa bem dosada união de composições próprias e versões. A receita se repete em Vol. 3 (2016), que traz canções de Djavan, Chico Buarque e Pixinguinha, junto à lírica Nívea, na qual Edu Ribeiro celebra sua mãe, e Samba do Ribeiro, samba em que Torres desafia o parceiro de grupo.
Auditório. 200 lugares. 10 anos.
R$30,00 / R$15,00 / R$9,00
http://bit.ly/2vRU7Ks

20h
Mauricio Sahady (BRA)
Um dos pioneiros do blues nacional, o canhoto Maurício Sahady integrou a banda Atlântico Blues no final dos anos 1980 e atuou nas principais casas do eixo Rio-São Paulo. Dono de um estilo peculiar, prefere as unhas à palheta, sua marca registrada. Também não nega ser influenciado por Albert King, Otis Rush e Magic Sam. Com três trabalhos solo: Blues Brasileiro, Vício Valvulado e Laudromat Blues, Sahady é um dos principais nomes da cena blues brasileira.
Convivência. Livre. Grátis (acesso livre).
http://bit.ly/2uGCpLf

21h
Scott Henderson (EUA)
Seduzido pelo fusion, Scott Henderson derrubou as fronteiras existentes entre o rock, o blues e o jazz nos dez álbuns que lançou com o Tribal Tech. Quando a banda terminou, em 2014, o guitarrista se voltou ao blues rock em diversas experiências e formatos.
No Galpão. 400 lugares. 16 anos.
R$ 40,00 / R$ 20,00 / R$ 12,00
http://bit.ly/2u6JT6U


25/8, sexta

19h30
Pó de Café (BRA)
Se uma característica comum a muitos dos artistas entusiastas da música negra é renová-la a partir de um mergulho em suas raízes, o grupo de Ribeirão Preto aprofunda essa busca ao trazer clássicos sertanejos para o universo do jazz. Esse é o conceito do novo álbum, Terra, no qual o quinteto cria versões jazzísticas que transformam por meio de improvisos composições como Rio de Lágrimas, de Piraci, Tião Carreiro e Lourival dos Santos; O Rei do Gado, de Tião Carreiro e Pardinho; e Tristeza do Jeca, de Angelino Oliveira. O contrabaixista e produtor Bruno Barbosa afirma que o Pó de Café se impôs o desafio de incluir temas tradicionais no ambiente da improvisação e da música instrumental após ouvir o trompetista Rubinho Antunes interpretar Rio de Lágrimas: “Foi uma mistura de estranheza e emoção que indicou a rota para o disco”, descreve. A aventura não é nova na discografia da banda, que existe há uma década. No disco Amérika (2015), por exemplo, eles realizaram a fusão entre jazz e ritmos latinos, africanos e caribenhos, por meio de canções autorais marcadas por arranjos percussivos. Terra é o terceiro trabalho do Pó de Café, que lançou seu primeiro registro em 2013, reunindo artistas de jazz e de música instrumental locais.
Auditório. 200 lugares. 10 anos.
R$30,00 / R$15,00 / R$9,00
http://bit.ly/2w80LeX

20h
Trítono Blues (BRA)
Os instrumentistas do Trítono se uniram em 2007 para tocar blues, soul, country e música brasileira. Desde então, o repertório cresceu: versões para composições de Marvin Gaye, Otis Redding, Hank Williams e Johnny Cash fizeram a fama do grupo, que, em 2008, lançou Groovin, disco que reunia alguns desses clássicos. Em 2013, o Trítono fez seu primeiro trabalho autoral, Mojito do Bom, um álbum que sintetiza todas essas referências, mesclando a música negra norte-americana a ritmos brasileiros e latinos. E, no ano passado, voltaram aos estúdios para gravar um disco em homenagem a Ray Charles.
Convivência. Livre. Grátis (acesso livre).
http://bit.ly/2w7EWfF

21h
Corey Harris (EUA)
Proeminente nome do blues contemporâneo, o guitarrista Corey Harris nasceu em Denver (EUA). De sua discografia, destacam-se trabalhos como Mississippi to Mali (2003), álbum em parceria com o cantor e guitarrista malinês Ali Farka Touré, no qual Harris desconstrói o blues, mesclando-o a estilos tradicionais, num resultado minimalista hipnótico. Em viagem a África para estudar linguística nos Camarões, dedicou-se a desvendar a diversidade rítmica do continente. A seriedade de suas pesquisas o tornou personagem de um dos documentários da série The Blues (2002), dirigida por Martin Scorsese, no qual Harris usa seus conhecimentos sobre a cultura africana para iluminar as origens do blues - algo que ele põe em prática a cada nova composição.
Galpão. 400 lugares. 16 anos.
R$ 40,00 / R$ 20,00 / R$ 12,00
http://bit.ly/2u6xPSV


26/8, sábado

19h30
Lourenço Rebetez (BRA)
O show "O Corpo de Dentro" é a tradução para o palco do elogiado álbum de estreia de Lourenço Rebetez. Produzido por Arto Lindsay (Caetano Veloso, David Byrne, Marisa Monte), o disco celebra a inventividade jazzística sobre matrizes rítmicas brasileiras como os toques de candomblé e as levadas dos blocos afro-baianos.
Auditório. 200 lugares. 10 anos.
R$30,00 / R$15,00 / R$9,00
http://bit.ly/2uKHPTS

20h
Hot Jazz Club (BRA)
O quarteto cultiva há 15 anos a habilidade de transformar MPB, samba, bossa nova e música pop em jazz manouche, swing manouche, jazz cigano ou seja lá qual for a denominação desejada para descrever o estilo criado pelo belga Jean “Django” Reinhardt na década de 1930. No repertório, além de standards, composições autorais registradas em três álbuns. Leves e bem-humorados, seus shows são um convite a dançar sem parar.
Convivência. Livre. Grátis (acesso livre).
http://bit.ly/2tLjpZp

21h
Pat Thomas & Kwashibu Area Band (GHA)
Pat Thomas surgiu na efervescente cena de Gana ao som do highlife, na década de 1960, apropriando-se desse híbrido de ritmos tradicionais, guitarras funky e metais ardentes, tornando-se um de seus estandartes. Nos anos 70, em exílio e radicado na Alemanha, Thomas juntou-se ao movimento “burger highlife”, com influências de disco music e funk. Mas veio do retorno a Gana um de seus álbuns mais inspirados: Pat Thomas and Kwashibu Area Band (2015) resulta do reencontro de Thomas com Ebo Taylor e o baterista nigeriano Tony Allen, acompanhados pelos jovens da Kwashibu Area Band.
Galpão. 400 lugares. 16 anos.
R$ 40,00 / R$ 20,00 / R$ 12,00
http://bit.ly/2vf99gd