RECEITA

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Crocante e sem fritura

Crocante e sem fritura

Peixes constam da alimentação dos humanos desde sempre; é rica fonte de proteínas de fácil digestão, ao contrário das carnes vermelhas. Nos rios brasileiros e na nossa extensa costa vivem peixes de incontáveis tamanhos, cores, espécies.

Peixes constam da alimentação dos humanos desde sempre; é rica fonte de proteínas de fácil digestão, ao contrário das carnes vermelhas. Nos rios brasileiros e na nossa extensa costa vivem peixes de incontáveis tamanhos, cores, espécies.

Por Sonia Machiavelli | 18/09/2021 | Tempo de leitura: 2 min
especial para o GCN

Por Sonia Machiavelli
especial para o GCN

18/09/2021 - Tempo de leitura: 2 min

Ingredientes

800 gramas de peixe em postas ou filés

1 limão-siciliano

1 xícara (chá) de vinho branco

1 dente de alho picado

2 colheres (sopa) de coentro ou salsinha picados

1 colher (chá) de sal

1 colher (chá) de pimenta-do-reino

1 colher (sopa) de mostarda

4 colheres (sopa) de azeite


Para empanar

2 xícaras (chá) de farinha de milho amarela

1/2 colher (chá) de sal


Peixes constam da alimentação dos humanos desde sempre; é rica fonte de proteínas de fácil digestão, ao contrário das carnes vermelhas. 

Nos rios brasileiros e na nossa extensa costa vivem peixes de incontáveis tamanhos, cores, espécies. Têm os de escamas e os de couro; de carne branquinha, amarelada, alaranjada; com muitos ou poucos espinhos. Apesar do nosso descuido com as águas doces, ainda é possível pescá-los aos milhares, em muitas regiões ribeirinhas ou pantaneiras. Mas, curiosamente, a não ser entre as populações litorâneas, o consumo é baixo, mesmo que se considere o valor proteico destacado por nutricionistas e o sabor específico de cada espécie, como destacam os chefs de cozinha em seus preparos.

Dentre os que gostam de peixe, há nítida preferência  pelo frito. Mas como as gorduras vêm sendo cada vez mais vetadas, um prato de peixe frito, dourado e crocante, acaba consumido com culpa. Porém, há recursos para apreciá-lo com a consciência tranquila. Basta mudar a técnica e, no lugar de mergulhar pedaços numa panela cheia de óleo, levá-los ao forno depois de marinados e empanados. Ficam perfeitos! Pode-se usar o peixe que se quiser, desde que cortado em postas de dois cm ou na forma de filés não muito finos, para que não fiquem ressecados. Os pedaços da foto são de dourada.Veja que simples é prepará-los. E considere o grande ganho que é não sentir cheiro de peixe na casa toda.

Em um recipiente misture o suco de limão, o vinho branco, o alho, o sal esmagado, o cheiro-verde, a pimenta  e a mostarda. Coloque o peixe nesta mistura, vire de um lado e de outro, e deixe marinando por cerca de 1 hora, na geladeira. Reserve. Aproveite o tempo e prepare a farofa para empanar. Amasse com as mãos  a farinha de milho, quebrando os bijus e temperando com sal. Retire os pedaços de peixe da marinada, passe-os nesta farofa, cobrindo-os de ambos os lados e apertando para que a cobertura fique bem aderida à  superfície. Coloque-os em um refratário  levemente untado com parte do azeite e regue com o restante. Leve ao forno alto, 180°, preaquecido por cerca  de 15 minutos, ou até que a cobertura esteja crocante e dourada, virando na metade do tempo. Sirva a seguir, com o acompanhamento que melhor  lhe aprouver. Um molho lambão, porção de maionese ou o comum vinagrete vão muito bem. Num dia quente de verão a cerveja geladinha não é opcional. É essencial.

Ingredientes

800 gramas de peixe em postas ou filés

1 limão-siciliano

1 xícara (chá) de vinho branco

1 dente de alho picado

2 colheres (sopa) de coentro ou salsinha picados

1 colher (chá) de sal

1 colher (chá) de pimenta-do-reino

1 colher (sopa) de mostarda

4 colheres (sopa) de azeite


Para empanar

2 xícaras (chá) de farinha de milho amarela

1/2 colher (chá) de sal


Peixes constam da alimentação dos humanos desde sempre; é rica fonte de proteínas de fácil digestão, ao contrário das carnes vermelhas. 

Nos rios brasileiros e na nossa extensa costa vivem peixes de incontáveis tamanhos, cores, espécies. Têm os de escamas e os de couro; de carne branquinha, amarelada, alaranjada; com muitos ou poucos espinhos. Apesar do nosso descuido com as águas doces, ainda é possível pescá-los aos milhares, em muitas regiões ribeirinhas ou pantaneiras. Mas, curiosamente, a não ser entre as populações litorâneas, o consumo é baixo, mesmo que se considere o valor proteico destacado por nutricionistas e o sabor específico de cada espécie, como destacam os chefs de cozinha em seus preparos.

Dentre os que gostam de peixe, há nítida preferência  pelo frito. Mas como as gorduras vêm sendo cada vez mais vetadas, um prato de peixe frito, dourado e crocante, acaba consumido com culpa. Porém, há recursos para apreciá-lo com a consciência tranquila. Basta mudar a técnica e, no lugar de mergulhar pedaços numa panela cheia de óleo, levá-los ao forno depois de marinados e empanados. Ficam perfeitos! Pode-se usar o peixe que se quiser, desde que cortado em postas de dois cm ou na forma de filés não muito finos, para que não fiquem ressecados. Os pedaços da foto são de dourada.Veja que simples é prepará-los. E considere o grande ganho que é não sentir cheiro de peixe na casa toda.

Em um recipiente misture o suco de limão, o vinho branco, o alho, o sal esmagado, o cheiro-verde, a pimenta  e a mostarda. Coloque o peixe nesta mistura, vire de um lado e de outro, e deixe marinando por cerca de 1 hora, na geladeira. Reserve. Aproveite o tempo e prepare a farofa para empanar. Amasse com as mãos  a farinha de milho, quebrando os bijus e temperando com sal. Retire os pedaços de peixe da marinada, passe-os nesta farofa, cobrindo-os de ambos os lados e apertando para que a cobertura fique bem aderida à  superfície. Coloque-os em um refratário  levemente untado com parte do azeite e regue com o restante. Leve ao forno alto, 180°, preaquecido por cerca  de 15 minutos, ou até que a cobertura esteja crocante e dourada, virando na metade do tempo. Sirva a seguir, com o acompanhamento que melhor  lhe aprouver. Um molho lambão, porção de maionese ou o comum vinagrete vão muito bem. Num dia quente de verão a cerveja geladinha não é opcional. É essencial.

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