Conspiração

Por: Chiachiri Filho

Teorias conspiratórias sempre aguçam a curiosidade e o interesse especialmente de jornalistas e certos setores da Universidade.

A morte de Getúlio Vargas, por exemplo, teria sido assassinato ou suicídio? Alguns ainda acreditam em assassinato.

O desastre que vitimou Juscelino Kubtisheck foi uma fatalidade ou uma armação dos militares que desejavam vê-lo eliminado pelos problemas que ele poderia causar com sua volta à vida política?

E o João Goulart? Morreu do coração ou foi envenenado? E o Arafat? E o Napoleão? Foram também envenenados?

John Kenedy foi assassinado pela vontade solitária de Lee Oswald ou o seu algoz representava uma conspiração mafiosa, comunista ou de grupos econômicos contrariados pela política do Presidente norte-americano?

Há sempre um ar de mistério sobre a morte de personalidades marcantes da vida política nacional ou internacional. Sempre fica uma dúvida, um ponto a esclarecer, uma questão mal explicada. E em torno dessa dúvida surgem páginas e mais páginas, conjecturas e mais conjecturas, teorias e teorias.

Se ‘a Base’, isto é, a ‘Al-Qaida’, não confirmasse a morte de Bin Laden, a dúvida persistiria. Por que não divulgaram a foto? Por que lançaram-no ao mar? Por que não o levaram vivo para os EUA e o submeteram a um espetacular julgamento?

Não, a morte de Bin Ladem é um fato consumado e sem contestação. Ele foi pego e justiçado por um grupo de elite formado por Durango Kid, Roy Rogers, Hopalang Kassid e Búfalo Bill. O tiro certeiro saiu do colt de Durango Kid e tudo se resolveu como no velho oeste. No grupo só faltou Dom Chicote. Também não era necessário porque Bin Laden era réu confesso. Enfim, tudo saiu como no script com uma pequena anomalia: o comando geral estava nas mãos de um afro-descendente e não dos ‘wasp ‘.

E assim a América continua em sua brilhante saga de perseguir os bandidos, capturar os foragidos e defender os sagrados princípios da democracia.
 

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