Pausa

Por: Luiz Cruz de Oliveira

De quando em quando, o meu carma pesa por demais e tinge de desânimo a estrada e o horizonte. Nessa hora, acordo e me quedo de joelhos.

Falo com Deus.

A conversa provoca uma nuvem que se desfaz em mim.

E a enxurrada tudo leva de roldão e arrasta para o inferno todos os pecados capitais e a paralisia dos meus pés.

Ergo-me e caminho rumo ao sol.

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