Paulistanas

Por: Tânia Liporoni

As mulheres paulistanas são na mira. Cuidam de sua própria vida e estão protegidas por um certo anonimato. Livres? Talvez. Albert Einstein, no livro “Como vejo o mundo”, disse que o ser humano “é constrangido ora por questões internas, ora por convicções íntimas”, e, por isso, não acreditava em liberdade. O que é mesmo liberdade se estivermos livres da pressões externas e internas? Algo a se pensar e foge ao tema. Agora, aqui, o importante são as mulheres paulistanas. Sinto-as mais livres, o que quer que isso signifique. Tomam café na padaria, muitas não pintam o cabelo, deixando-o branco, vão ao cinema a tarde, compram livros, movimentam-se sem serem notadas. Autênticas, com as belezas e dificuldades dessa peculiaridade. Elas assumem seu próprio destino e a responsabilidade disso. Alguns lugares propiciam essa circunstância, que, se for bem utilizada, traz muitas vantagens.

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