O chique dos cavalheiros

Por: Lúcia Helena Maniglia Brigagão

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Noite EP, Clube de Campo da Franca. De frente, à esquerda, Américo Pizzo, marido de Sônia Menezes Pizzo – Patrícia - a grande promotora da festa; o jornalista Giba Um, mais chique, impossível, paramentado com Summer de linho branco, com gravata de seda preta e óculos escuros, com graduação na lente. Mais que chique. Divino. À direita, Luiz Neto, dono do vozeirão que encanta os ouvintes: ele, junto com Patrícia, anunciava os nomes que receberiam diplomas e honrarias. A festa, como hoje, durava mais que a noite de sua realização. Começava antes, com preparativos: vestidos, cabelos, maquiagens, sapatos, transporte, decoração, logística de entrega dos prêmios, celebridades, organização das mesas. Terminava, como hoje, muito depois com os comentários, palpites, lembranças, memórias. A festa de Patrícia, como idéia, ganhou novas versões, formatos e promotores. Há quarenta anos, em pelo menos metade deles, ao fechar das cortinas, ouviu-se Patrícia garantir ser “a última”. Como última? se é a festa mais francana que existe?

(Lúcia H. M. Brigagão)

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