Maria Inês & Wellington:

Por: Lúcia Helena Maniglia Brigagão

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Há algum tempo, na entrada principal da Associação dos Empregados no Comércio de Franca que ainda tinha sede no centro da cidade,  as mocinhas se preparavam para entrar no salão. Desciam de carros – se morassem distante do local ou  simplesmente chegavam ao clube. É provável que fosse baile: nas lembranças dele, o nome Laércio de Franca completa essa parte das memórias quando as filhas o pressionam para contar como teve início o namoro dos pais. Foi então que ele a viu. Conhecê-la, já conhecia: a cidade era então pequena, todo mundo sabia de todo mundo e, além disso,  estudavam na mesma escola. Ficou mudo naquele momento. Coração bateu disparado, engoliu seco: foi flechado por Cupido naquele instante do reconhecimento. Começaram o namoro naquele baile. Ele a convidou para seu par muitas vezes naquela noite, ela aceitou:  evidência social de mútuo interesse. Nunca mais se separaram. Tiveram quatro filhas: Flávia, Fabiana, Fernanda e Fúlvia. Dia 7 de janeiro completaram 43 anos de casamento - Bodas de Azeviche - que comemoraram reunindo a família Nassif Jorge, filhas, genros e oito netos. 
 
(Lúcia H. M. Brigagão)
 

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