Uma questão de amor próprio

Por: Andreia Rego

Pode-se dizer que, não importa o quão diferente sejam as pessoas, o objetivo de todos é o mesmo: ser feliz. Porém, não existe nenhuma “receita de bolo” para que essa meta torne-se concreta, já que a felicidade é algo subjetivo e diferente para todos, - mas, ao mesmo tempo, os meios de alcançar essa felicidade plena dependem de algumas características em comum para todos.
 
É apenas quando as pessoas conhecem a si mesmas, se aceitam, se amam e estão dispostas a mudar, que é possível viver de bem com a vida. A partir do momento em que essas atitudes estão incorporadas no cotidiano, aprende-se  a lidar com sabedoria diante das situações e obstáculos que aparecem no meio do caminho. Amar-se, entender-se e aceitar-se são características fundamentais para o progresso de qualquer pessoa - em qualquer área de sua vida.
 
Para ajudar no alcance desses atributos, um dos processos que é muito explorado e cada vez conquista mais adeptos é o Coaching de Vida, que trabalha no auxilio de novas descobertas pessoais, fazendo com que as pessoas entendam seus pontos fortes – e os explorem – e seus pontos fracos – melhorando-os. O Coaching de Vida faz com que a pessoa desenvolva autoconhecimento, e, como consequência disso, sua autoestima também aumenta. A partir desse momento, ela passa a gostar mais de si mesma, reconhecendo suas próprias limitações e qualidades.
 
O segredo para que o Coaching de Vida seja bem sucedido é não deixar que   pensamentos diminutos e negativos atrapalhem e bloqueiem a vida. A partir do momento em que reconhecemos nossos pontos negativos, precisamos  trabalhar em cima deles e aperfeiçoá-los – e não deixar com que eles no dominem e nos façam desistir ou desanimar.
 
Sabendo que nem sempre é fácil enxergar – e viver – o lado bom das coisas, algumas dicas podem  auxiliar uma pessoa a melhorar a si mesma e o ambiente a seu redor. Seguem-se quatro: dê  crédito a si mesmo. Dar-se oportunidade é a melhor escolha;  busque internamente quais são seus valores pessoais; curta-se, envolva-se com seus pontos fortes e suas qualidades; pergunte-se: qual é o meu maior talento? o que eu faço de melhor? no que sou mais elogiada pelas pessoas?
 
Aprenda a admirar a si próprio. A partir do momento em que você passa a gostar de si mesmo, a relação com familiares, amigos e profissionais também muda para melhor. Quando há confiança em si mesmo, é possível saber dizer sim, não, se posicionar e ter autonomia para se viver com qualidade – e não é isso o que todos querem?
 
 
Andreia Rego, psicanalista e coach de Desenvolvimento Humano

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