Maio, mês de Maria

Por: Lúcia Helena Maniglia Brigagão

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Cultuada pelos cristãos, Maria, a Mãe de Jesus, tem várias faces e nomes. A ela são dedicados os mais importantes e famosos templos do mundo, como a Notre Dame de Paris. Na cidade do México, fantástico santuário considerado  basílica menor da Igreja Católica é dedicado à mesma Maria, lá chamada de Virgem de Guadalupe. Reputam-no o principal templo da Igreja Católica no continente americano e é um dos locais católicos mais visitados do mundo, pois  recebe cerca de 20 milhões de fiéis que se dirigem à cidade do México anualmente. Procedentes de toda parte do mundo inteiro levam à Santa pedidos, sonhos, aspirações ou agradecimentos por graças alcançadas. A Virgem de Guadalupe, também considerada padroeira das Américas, está retratada em imenso quadro de juta, cuja origem desafia até a Nasa.  Na cidade de Aparecida do Norte, a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida, reina absoluta neste país de tão grande sincretismo religioso. Também em Paris,  na Rue du Bac, está  a Capela da Nossa Senhora da Medalha Milagrosa,  local de agradecimentos e visita obrigatória de fiéis católicos do mundo inteiro. Ainda na França, a aparição da Nossa Senhora de Lourdes marca local de peregrinação de fiéis que buscam a Senhora que apareceu para Bernadete.  A 13 de Maio de  1917, a aparição da Virgem Maria para três pastorezinhos em Fátima,  Portugal, marcou o início do culto àquela que recebeu o nome de Nossa Senhora de Fátima.  Tem, ainda,  Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira de nossa Franca, no estado de São Paulo.  Maio é mês de culto dos católicos à doce Virgem Maria. Crianças e jovens levam flores às igrejas, como parte das homenagens para a Santa. Não apenas eles: fiéis de todas as idades também lhe oferecem flores e as depositam nos altares onde sua  imagem está exposta. Há notícias de que as flores, recentemente, foram substituídas por doações de alimentos que a serem doados aos necessitados, tão logo o mês de adoração termine. Roberto Carlos, cantor brasileiro devoto confesso da Virgem Maria, é autor da frase que pontua quaisquer digressões a respeito de configurações e denominações da Virgem: “Todas as Nossas Senhoras são a mesma Mãe de Deus”.

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