Eterno que se repete

Por: Luiz Cruz de Oliveira

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 A primavera abriu os olhos.

Um turbilhão de vida e de milagre cantaram dentro deles e ao seu redor. Não houve como represar a emoção. Nuvens se diluíram no céu,e a estação chorou verde sobre a  a vegetação, chorou perfume n as roseiras, chorou música no ar e nos céus.
 
Então, subi caminhos lavados, fui até à encruzilhada da serra e do horizonte, colhi três arco-iris.
 
Trouxe-os aconchegados ao peito, aconcheguei-os em envoltório colorido de ternura, depositei-os à sua porta.
 
Foi o meu presente de setembro.

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