Vida que te quero vida!

Por: Heloísa Bittar Gimenes

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Tradicionalmente cresci,/Tropecei no diferente, rompi./Em outro dialeto me descobri./ Divã e nunca me arrependi./Do caos à criação, marquei- me nas invenções. /Sozinha não me assusto mais./Autonomia já sou capaz./Perdi o medo do escuro,/Só acredito em bruxas! E faço disso outras rimas./Trago um pedaço de ontem na memória./Hoje sei que paro em pé./Amanhã pretendo voar de vassoura./Rebordei meu próprio nome. /Sou quem sou.../Se mudo as palavras, também mudo minha fé./Vida que te quero vida!/Assim sou.

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