Vida horizontal

Por: José Antonio Pereira

Caminhei por uma estrada igual, reta. Passo a passo vi as mesmas folhas que caíram ontem. O vento que tocou o meu rosto não foi mais o mesmo, este já deve estar longe permitindo que outras pessoas tenham a mesma sensação de prazer, de vida. Minha alma depende deste corpo para se mover, apesar de que muitas vezes meus pensamentos a levam para longe de mim.Este paralelo entre o fazer e o querer conflitam-se diariamente, mas somente quando deixo meus sentimentos vagarem com o vento, posso afirmar que enxergo um horizonte infindável a ser percorrido.
 
Karina Gera publicitária

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