DIÁLOGO COM ATALIE

Por: José Antonio Pereira

Por vários anos, ao dobrar uma esquina, as roseiras da graciosa casa com alpendre abriam-me a alma. Outro dia, porém, o susto! Nem casa nem roseiras estavam mais lá. Na nova e moderna construção haveria espaço para as roseiras. Não houve. Num surto imaginativo pensei que o Condephat deveria tombar velhas roseiras. Apaguei o pensamento. Prefiro escrever mais uma vez a palavra roseiras. Quem sabe, pelo menos no vocábulo, elas resistam.
 

Zelita Verzola
Professora

Envie seu texto
e faça parte do Nossas Letras