27 de junho de 2019

Franca

Motorista morto em tripla colisão na Ronan Rocha estava a 140 km/h

O IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Civil concluiu o laudo da tripla colisão na rodovia Ronan Rocha que matou o motorista Lécio Nascimento

Franca 21/02/2016 - Repórter: Marcella Murari
Foto de: Angelo Pedigone/Comércio da Franca
Corsa conduzido pelo motorista Lécio Nascimento, 55 anos, morto no acidente do dia 18 de dezembro do ano passado
O IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Civil concluiu o laudo da tripla colisão na rodovia Ronan Rocha que matou o motorista Lécio Nascimento, de 55 anos, em dezembro do ano passado. A vítima conduzia um GM Corsa que atingiu a traseira de um caminhão, causando seu tombamento e batida em uma Brasília. O veículo estava acima da velocidade permitida na via, de 100 km/h. Segundo o laudo assinado por peritos do IC, Nascimento dirigia a 140 km/h.
 
No documento, há fotos do local do acidente e do velocímetro, travado nos 140 km/h. Diferente do que inicialmente havia sido cogitado, nenhum dos pneus do Corsa furou quando Nascimento bateu na carreta. Todos os veículos estavam em bom estado e foi apenas a alta velocidade que causou a tragédia, segundo o IC. 
 
No acidente, ocorrido dia 18 de dezembro, o Corsa bateu na traseira do caminhão dirigido por João Francisco dos Santos Neto, 45. O morador de Jequié, cidade baiana, estava na companhia do filho, João Vitor da Silva Santos Neto, 13. Os dois sofreram ferimentos leves.
 
Em consequência do impacto do veículo de Nascimento, uma Brasília que seguia pelo mesmo sentido, mas do lado esquerdo da pista, foi atingida pelo caminhão, que acabou tombando. O carro, conduzido por Fernando Moreira de Souza, 30, foi arrastado até o canteiro central. Apesar de a Brasília ter ficado destruída, Souza teve apenas escoriações no braço. Ele, o motorista do caminhão e João Vitor foram socorridos até a Santa Casa e liberados. Lécio Nascimento morreu ainda no local.
 
O caso ainda não foi encerrado. Segundo a Polícia Civil de Patrocínio Paulista, falta um depoimento: o do motorista do caminhão, que mora em Jequié (BA).
 


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