22/07/2017 - Reportagem de Sônia Machiavelli

Literatura: 'Romance é mergulho'; veja a entrevista

Foto de: Divulgação

Vanessa Maranha

Foi em 2004 que, em conversa com o linguista Sebastião Expedito Ignácio, ouvi algo que me ficou na memória: “Acho que nos próximos anos teremos ficcionista de muito destaque na literatura de Franca, desses que se elevam pela originalidade, ganham prêmios, promovem o nome da cidade.” Bem profético o saudoso amigo, ao pensar, como o professor e escritor Luiz Cruz de Oliveira, que obras maiores costumam surgir em contexto onde múltiplas formas de escrita são elaboradas. Franca, com grande número de autores, representaria este espaço fértil para a criação literária de excelência. Diante da bagagem de Vanessa Maranha, é fácil reconhecer a escritora anunciada, que começava então a gestar sua obra com Cadernos Vermelhos, lançado em 2003. Composto por fragmentos, o livro chamou atenção pela forma menos ortodoxa e pelo ponto de vista subjetivo.
 

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