08/07/2018 - Reportagem de Corrêa Neves Júnior

Alguém perde, alguém ganha

Não deu. Na última sexta-feira, Kazan, na Rússia, foi palco de um destes instantes em que o esporte, de forma mágica – ou maldita – mimetiza a própria vida. A seleção brasileira de futebol, ou a “pátria de chuteiras”, como eternizou o dramaturgo Nelson Rodrigues, ruiu – apesar da preparação, do esforço e do inegável talento. Foi derrotada pela Bélgica, uma equipe sem os mesmos predicados, num jogo onde o ganhador não foi quem mais dominou a bola nem aquele que mais chutou a gol. De certa forma, venceu o pior, com direito a gol contra e arbitragem esquisita. Às vezes, é o que acontece.
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