25 de agosto de 2019

Região

São Joaquim da Barra registra morte por suspeita de dengue

Em Franca, nos primeiros 21 dias do ano já foram registrados 358 casos suspeitos da doença.

Região 22/01/2019 - Repórter: Carolina Ribeiro
Foto de: Divulgação
Fiscal observa entulhos em Franca

Depois de confirmar a morte da menina Gabrielly Cristina Rissato, de apenas 9 anos, na última segunda-feira, 21, com suspeita de dengue hemorrágica, a cidade de São Joaquim da Barra pode ter tido mais uma vítima da doença. Trata-se da idosa Antônia Lima Ferreira Lacerda, de 79 anos, que morreu nesta terça-feira, 22, e que segundo a família teria contraído dengue hemorrágica. Moradora da cidade que fica a cerca de 59 km de Franca, a mulher chegou a ser atendida na rede de saúde da cidade, mas não resistiu e morreu na Santa Casa de São Joaquim da Barra.

Além destes dois casos, um menino de apenas 4 anos também está internado na Santa Casa de Franca com suspeita de dengue hemorrágica. Seu quadro, de acordo com informações extraoficiais, seria delicado.

Somente neste ano, segundo informações do setor de Vigilância em Saúde, foram registrados 113 casos suspeitos e outros 36 da doença foram confirmados em São Joaquim da Barra. Em todo o ano passado foram realizadas 348 notificações da doença. sendo que do total 157 foram confirmados.

Para tentar conter a doença, estão sendo realizados arrastões de combate a dengue em toda a cidade com a orientação casa a casa e retirada dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. Aos sábados mega arrastões, com uma equipe formada por agentes de controles de vetores e saúde, também tem percorrido a cidade para recolher entulhos que se transformam em possíveis criadouros do transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela.

FRANCA
Em Franca, nos primeiros 21 dias do ano já foram registrados 358 casos suspeitos e outros dez positivos da doença. Os números serão atualizadas de dois em dois dias pela Vigilância Epidemiológica que já reforçou o trabalho de contingência da doença na cidade. Juntas as Secretarias de Saúde e a de Serviços e Meio Ambiente têm reforçado ações de limpezas de terrenos usados indevidamente como pontos de descarte, visitas em residências na busca de criadouros e arrastões para o recolhimento de produtos inservíveis que podem se transformar em criadouros. 



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