02 de junho de 2020

Opinião

Santos de Deus

A Igreja medita neste domingo a santidade que se faz presente, ao longo dos séculos, em homens e mulheres que optam por Deus.

Opinião 02/11/2019 -
A Igreja medita neste domingo a santidade que se faz presente, ao longo dos séculos, em homens e mulheres que optam por Deus. Vejamos as lições da Palavra de Deus para nós:

PRIMEIRA LEITURA: APOCALIPSE 7: Na primeira cena da leitura de hoje, o livro do Apocalipse vê os fiéis em meio a grandes provações. Sem livrá-lo da dificuldades, Deus, contudo, intervém em seu favor. Eles são marcados com “o selo do Deus, vivo”, identificados como “servos de Deus”. A marca que recebem é o batismo. Ele faz do cristão propriedade de Deus, e por isso é sinal que protege do juízo escatológico.

SEGUNDA LEITURA: 1CARTA DE JOÃO 3: A vida do cristão transcorre entre dois momentos; o agora e o que virá. O primeiro momento já é marcado pela realidade transcendente: somos filhos de Deus. O segundo momento é a vinda do Filho de Deus. Então aquilo de que já somos filhos será levado à plenitude. Quando encontrarmos a Deus, sua divina face iluminará a nossa face.

EVANGELHO: MATEUS 5: As bem-aventuranças são palavras que ensinam os discípulos, anunciando-lhes promessas e mostrando-lhes o caminho do seguimento de Jesus. Os Santos são hoje bem-aventurados no céu, mas já começaram, pela vivência cotidiana dos valores das bem-aventuranças, a sê-lo nesta terra. Bem-aventurados são, primeiramente, os “pobres em espírito”. Trata-se de saber renunciar às riquezas materiais, usando-as para o bem comum.

Essa atitude se expressa também na mansidão, que, não se impondo com prepotência, mas vivendo em espírito de serviço terá sua recompensa na outra terra. E naqueles que, aflitos, resistem ao mal sem fazer o mal e agem com a esperança posta em Deus em favor do restabelecimento da ordem querida por Deus. A eles estão ligados os que têm fome e sede de justiça, aqueles que sofrem sem verem seus direitos respeitados, mas têm já a certeza daquela justiça que nunca falhará.

Os misericordiosos são bem-aventurados porque deixam transbordar o perdão de seu coração algo que o faz, imagem da infinita misericórdia de Deus, que para eles é reservada. Os puros são aqueles que podem estar diante de Deus sem máscaras, pois nada têm a esconder. Os que promovem a paz são os que vivem a reconciliação, que começa com Deus e da, deve-se expandir para os relacionamentos e estruturas humanas.

Por fim, bem-aventurados são os perseguidos por causa da justiça, que mantém as medidas justas e não se dobram frente a medidas injustas.


Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br 
          



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