04 de junho de 2020

Opinião

Gilson, não...

O deputado Roberto Engler observa à distância as movimentações do PSB com vistas à sucessão municipal de 2020.

Opinião 09/11/2019 -
 O deputado Roberto Engler observa à distância as movimentações do PSB com vistas à sucessão municipal de 2020. Apesar de ser o principal nome do partido na cidade, ele não vai assumir a liderança do processo eleitoral e deixará para os antigos filiados escolher nomes e eventuais composições.

Engler sabe que o PSB local é formado por diversas correntes e não tem posição definida. Tem a ala que pretende ser oposição no ano que vem e o grupo que está aliado ao prefeito Gilson de Souza. O presidente do partido, Luiz Vergara, ocupa cargo comissionado na Prefeitura, a exemplo de diversos outros filiados.

Caso discorde do caminho a ser tomado pelo PSB, Engler, na condição de liderança política individual, vai se reservar ao direito de não compactuar com a decisão e apoiará outra candidatura.

É certo que o deputado não subirá no mesmo palanque que Gilson de Souza. Crítico do prefeito, Engler afirma que o atual governo é muito ruim e defende que um novo nome assuma a Prefeitura. “Franca não pode continuar do jeito que está”.

O deputado não disputará as eleições e ainda não decidiu quem irá apoiar. Ele tem simpatia por Flávia Lancha, mas não se recusará a conversar com outras candidaturas relevantes que possam se apresentar como alternativa para cidade.

Em cima do muro
A deputada Graciela Ambrósio (PL) também não irá disputar as eleições para prefeito. Ela evita falar sobre apoio e só deve anunciar uma decisão aos 47 minutos do segundo tempo. Devido à rejeição do prefeito, é pouco provável que a delegada peça votos para Gilson de Souza.

Guru
Adermis Marini está tomando café com Sebastião Ananias todas as semanas. 

Chocolate amargo 
A Prefeitura comprou três mil quilos de achocolatado em pó por R$ 48 mil. Cada quilo, saiu por R$ 16. No mercadinho perto de casa é mais barato.

O campeão voltou
A Câmara de Pedregulho aprovou moção de aplausos ao Franca Basquete pela conquista do campeonato Paulista. A homenagem foi apresentada pelo vereador Fabrício do Pesponto

Fusão de cidades
A proposta do presidente Jair Bolsonaro, de fundir municípios com menos de cinco mil habitantes poderá atingir cinco cidades da região, caso aprovada: Rifaina, Jeriquara, Buritizal, Ribeirão Corrente e Claraval. Além do número de moradores, a proposta prevê como critério para a fusão uma arrecadação menor do que 10% da receita total da cidade. Prefeitos e deputados prometem pressão e não acreditam que a medida seja aprovada

Dia de qualquer coisa
Não será por falta de material que os vereadores deixarão de fazer média com os eleitores visando à reeleição. A Câmara firmou novo contrato para fornecimento de placas de homenagem. A vigência será até 16 de outubro de 2020, duas semanas após as eleições. O custo será de R$ 39,6 mil

Calçada cara
A Emdef perdeu o contrato para tapar buracos, mas não ficará sem receber recursos públicos. A empresa ganhará R$ 197,8 mil para construir e recuperar passeios de concreto nas áreas públicas.

Yes, we can
O nome de Franca foi exibido nos tradicionais painéis eletrônicos na Times Square, em Nova York, durante a semana. A iniciativa partiu da Stone, uma empresa de serviços financeiros. A companhia está comemorando um ano de abertura de capital na Nasdaq, mercado de ações automatizado norte-americano, e tem feito ações para oferecer visibilidade global às cidades e mostrar que o empreendedorismo brasileiro está em todos os lugares.

Continua sendo ficha suja
Lula não é inocente. Foi colocado em liberdade porque o STF mudou a regra do jogo para beneficiá-lo.

 

Edson Arantes
Jornalista
edson@comerciodafranca.com.br
 
 


 



COMENTÁRIOS

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  • José Roberto Chagas
    10/11/2019
    Caro Edson Arantes: transcrevo trecho literal do artigo da coluna do Correia Jr. para contrapor ao seu comentário derradeiro, publicado na sua coluna de 10/11/19. Ao mesmo tempo em que parabenizo a editoria do jornal pelo pluralismo de opiniões sobre o tema. \"Não faço parte daqueles que acreditam que os fins justificam os meios, nem de quem apela para interpretações criativas para fazer uma lei se ˜contorcer˜ para que seja aplicada a um caso específico, por melhores que sejam as intenções. A lei, dura ou moderada, não pode se curvar ao momento, às preferências, às conveniências. Exatamente por isso, acredito que o Supremo Tribunal Federal acertou ao declarar a constitucionalidade do artigo 283 do Código de Processo Penal na tensa e dividida sessão da última quinta-feira. O problema não está na mudança provocada a partir desta nova interpretação. O erro tem origem antes, quando o Supremo passou a autorizar o cumprimento de sentença a partir do julgamento pela segunda instância, em 2016. Agora, apenas corrigiu-se a distorção.\"
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