22 de fevereiro de 2020

Opinião

A vocação do cristão

Estamos iniciando o tempo comum da liturgia. Hoje, a Palavra de Deus nos fala de vocação e missão.

Opinião 18/01/2020 -
Estamos iniciando o tempo comum da liturgia. Hoje, a Palavra de Deus nos fala de vocação e missão.

Primeira Leitura: Isaías 49:

Neste trecho comparece mais uma vez a figura do “Servo do Senhor”. Hoje é apresentada a sua vocação, ele também é escolhido por Deus desde o seio materno e é enviado para cumprir uma grande missão.

Quem é este Servo? O primeiro versículo da leitura de hoje parece que o identifica com Israel.

 Israel é escolhido para levar a luz e a salvação a todos os povos.

O Servo, de quem fala a leitura de hoje, é a imagem do verdadeiro Servo fiel ao Senhor, Jesus de Nazaré.

 

Segunda Leitura: 1ª Coríntios 1:

A primeira Carta aos Coríntios, da qual será tirada a segunda leitura dos próximos seis domingos, foi escrita por Paulo para responder a uma série de problemas que tinham surgido naquela comunidade: divisões, imoralidades, confusões nas celebrações eucarísticas, invejas, faltas de caridade, pouco esclarecimento na fé, confusão de ideias com relação à ressurreição dos mortos.

Volta aqui o tema da vocação que já encontramos na primeira leitura. Paulo também foi escolhido para uma missão, foi chamado para ser “apóstolo”.

O termo “Apóstolo” indica aquele que é enviado para anunciar o Evangelho nos lugares onde dele ninguém nunca teve notícia.

Os cristãos de Corinto são “santos convocados”.

A definição que o Apóstolo dá é muito bonita. Ela é constituída por todos aqueles que, em qualquer lugar, invocam o nome do Senhor Jesus Cristo.

 

Evangelho: João 1:

O evangelista João, em vez da vocação, nos apresenta a missão de Jesus, e a figura que ele usa é a do Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo.

Ao apresentar Jesus como Cordeiro João nos quer confirmar que ele veio para dar a sua vida. O seu sangue liberta os homens do pecado e das forças do mal que conduzem á morte.

É a imagem de Jesus que, com seu sacrifício na cruz, se torna o verdadeiro Cordeiro pascal que destrói para sempre o pecado do mundo. O seu sacrifício traz aos homens luz, salvação e paz.

Acreditar que ele é o Cordeiro de Deus implica mudanças radicais também na vida das nossas comunidades.


Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br 


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