19 de setembro de 2020

Franca

Chuva castiga e Franca vive janeiro caótico com enchentes

Em apenas 22 dias, foram pelos menos quatro tempestades que deixaram avenidas marginais alagadas.

Franca 23/01/2020

Ontem, 22, uma forte chuva deixou de novo Franca submersa. Foram 30 milímetros de chuva em pouco tempo.
Quem vive em Franca já se acostumou. Todo janeiro é igual: as chuvas causam problemas sérios. Mas em janeiro de 2020 a situação ganhou contornos traumáticos. Em apenas 22 dias, foram pelos menos quatro tempestades que deixaram avenidas marginais alagadas. As avenidas Alonso y Alonso, Hélio Palermo e Antônio Barbosa Filho se transformaram em grandes rios levando medo para motoristas e comerciantes das regiões.

Segundo levantamento do portal GCN, as fortes chuvas começaram a dar as caras logo no início de 2020.

No dia 3 de janeiro, durante à tarde, os comerciantes da avenida Hélio Palermo, na altura da churrascaria Top Grill foram surpreendidos com a água invadindo seus estabelecimentos. Mais abaixo, na logo após do Clube dos Bagres, o córrego transbordou no sentido Galo Branco.

Nove dias depois, no dia 12 de janeiro, um domingo, novamente a cidade foi surpreendida. Desta vez ela voltou com força e causou muitos estragos. Nas imediações dos córregos, tanto o dos Bagres, quanto o Cubatão, era possível encontrar deslizes de terra e também blocos de concreto. Ainda assim, os maiores estragos foram duas passarelas arrastadas nas avenidas Antônio Barbosa Filho e Hélio Palermo. Nesta última, parte da barragem do córrego foi arrancada com a força da chuva, próximo a churrascaria Top Grill.

Sete dias após, agora no dia 20 de janeiro, os transtornos voltaram com tudo com as chuvas. Novamente a Hélio Palermo e a Antônio Barbosa Filho voltaram a alagar com o transbordamento do Bagres.

Ontem, 22, uma forte chuva deixou de novo Franca submersa. Foram 30 milímetros de chuva em pouco tempo. Foi o bastante para a cidade se transformar. Por volta das 16 horas, a região do viaduto Dona Quita, nas proximidades do Uni-Facef, ficou completamente alagada. A água chegou até as proximidades do Teatro Municipal.

Mais abaixo, na avenida Alonso y Alonso, na região da Automec, as ruas e avenidas se transformaram em um gigantesco piscinão. A região ficou submersa. Em um trecho do córrego dos Bagres, na avenida Antônio Barbosa Filha, também houve alagamentos. A água passou por uma das pontes.

Até mesmo vias que não têm o costume de apresentar pontos de alagamento não suportaram a quantidade de água que caiu do céu nesta quarta-feira. A avenida Adhemar de Barros, uma das principais vias da zona leste, teve trechos que viraram represas.

A região central de Franca também foi atingida. Na rua José Marques Garcia, em frente ao Colégio Pestalozzi, a água era tanta que não dava para passar carros e motos.



COMENTÁRIOS

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  • THIAGO MULE BIANCHI
    23/01/2020
    a chuva poderia levar esse prefeito maldito junto
  • Rhita Setúbal
    23/01/2020
    O quantitativo está pior esse ano mesmo, todavia me recordo de chuvas pontuais de maior volume no passado
  • Cirilo
    24/01/2020
    Morei ai de 77. 2005. A cidade creceu jinto os poblemas. Prefeito nao tem culpa. Aposto k era o melhor que vcs tinha. Senao escolherian
  • Carlos
    24/01/2020
    ARRAZOE QUEM QUISER, ARTICULE QUEM SOUBER... Franca vive eventos caracterizados como situações de emergência ou de calamidade pública, nestes casos de enchentes, tempestades intensas que causam buracos no asfalto nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro, quebrando veículos, motoqueiros que caem nos buracos e ficam em coma e morrem, desmoronamentos das encostas dos córregos, explosões das galerias de água pluviais, transbordamentos, queda de passarelas e pontes, passagens, etc., Desastres e vulnerabilidade como estes atingem milhares de famílias e indivíduos em Franca e gera o direito de o prefeito requisitar socorro emergencial de uns 50 milhões ao governo estadual e até ao federal para estas situações de emergência ou de calamidade pública. São várias leis que garantem este direito bastando articular corretamente e de forma transparente junto aos orgãos: Constituição assegura ações de socorro e reconstrutivas para minimizar os desastres, Resolução CNAS nº 109/09, Portaria MDS nº 90/13, DECRETO Nº 7.257/10, etc.
  • MAURIÇÃO VILA TIÃO
    24/01/2020
    Chuva é benção, jamais castigo!
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