06 de julho de 2020

Opinião

O cristão é iluminado

A palavra de Deus nos ensina que todas as vezes que abrimos nossa vida para Deus, ela é iluminada por sua presença salvadora.

Opinião 21/03/2020 -
A palavra de Deus nos ensina que todas as vezes que abrimos nossa vida para Deus, ela é iluminada por sua presença salvadora.

    Primeira Leitura:

Iº Livro de Samuel 16:

O episodio narrado nesta leitura aconteceu cerca de mil anos antes do nascimento de Cristo.

O povo de Israel se encontra numa situação difícil. Os filisteus estão pressionando por todos lados. A primeira coisa a ser feita é escolher como chefe um homem valoroso, hábil, capaz de conduzir os soldados à vitória.

Certo dia o Senhor revela a Samuel quem foi escolhido para esta missão: um jovem de Belém, um membro da família de Jessé. É ele que deve ser ungido como rei.

O profeta se põe a caminho, chega ate a casa de Jessé, entra e conta o que o Senhor lhe revelou. Jessé se entusiasma.

Samuel então pergunta para Jessé se não tem outros filhos, e este responde: Sim, tenho mais um, mas é pequeno, é ainda quase uma criança, não é possível que, para uma missão tão importante, Deus tenha escolhido justamente ele, sendo que seus irmãos são pessoas dotadas de qualidades tão elevadas. Mas o profeta responde: É justamente ele o escolhido.

Segunda Leitura: Efésios 5:

Na Bíblia a luta entre o bem e o mal é apresentada com muita frequência com a imagem do contraste entre a luz e as trevas.

Paulo escreve aos primeiros cristãos que com o batismo eles passaram do mundo das trevas para o reino da luz. Por isso devem executar as obras da luz. As obras da luz são: toda espécie de bondade, de justiça e verdade. Quando as obras das trevas, Paulo diz simplesmente que elas são tão vergonhosas, que os que as praticam procuram espontaneamente a escuridão para poder se esconder.

Evangelho: João 9:

Desde os tempos mais antigos, a narrativa sobre o cego de nascença é proposta durante a Quaresma. Todos os catecúmenos, na história do cego de nascença, podem identificar a própria história: antes do encontro com Cristo era um cego e o Mestre lhe restituiu a vista. O cego percorre o caminho da fé que corresponde ao de cada catecúmeno: no começo Jesus é para ele um simples homem; depois vira um profeta; em seguida é um homem de Deus; por fim é o Senhor.

Este último título é o mais importante; é aquele com o qual os catecúmenos proclamavam a própria fé na hora do Batismo.

 

Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br 


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