29 de novembro de 2020

Opinião

Reflexão sobre os dons

Opinião 15/11/2020
José Geraldo Segantin
Especial para o GCN
A Palavra de Deus deste domingo diz respeito à obrigação de todo cristão em desenvolver ativamente um serviço, um  ministério, dentro da sua comunidade. Meditemos.

            Primeira Leitura: Provérbios 31.

            Em alguns textos do Antigo Testamento a mulher é apresentada como sedutora, faladeira, ciumenta, curiosa, vaidosa.  Trata-se de expressões que refletem a mentalidade daquele tempo.

            A leitura de hoje propõe um trecho, no qual, ao contrário, se revela uma exaltação maravilhosa da mulher. Começa afirmando que uma mulher perfeita tem um valor inestimável e em seguida relaciona quatro características

            Antes de tudo ela é uma mulher de valor. Depois, é laboriosa.

            A terceira característica é a de ter um coração generoso.

            A quarta e última característica é a de ser uma pessoa religiosa, cumpridora dos mandamentos de Deus.

            Segunda Leitura: Iª Tessalonicenses 5.

            Já dissemos no domingo passado que em Tessalônica havia muita inquietação: os cristãos tinham certeza de que o fim do mundo e a volta do Senhor estivessem para acontecer brevemente.

            Na leitura de hoje o Apóstolo responde.

            O importante não é conhecer o dia e a hora, mas não deixar-se envolver pelas trevas do mal.

            Evangelho Mateus 25.

            O homem do qual fala a parábola é um senhor oriental muito rico. Um talento não e uma quantia pequena: corresponde ao salário de vinte anos de trabalho de um operário.

            O v. 15 diz que os talentos foram distribuídos “a cada um conforme as suas capacidades”, portanto, não pode se tratar das capacidades.

            O senhor rico é Cristo que, antes de deixar este mundo para entrar na glória do Pai, deixou todos os seus bens aos discípulos.

            O tempo de espera durante o qual os talentos devem produzir frutos, é o que transcorre da Páscoa, até a volta de Cristo no fim do mundo.

            Os servos são todos os membros das comunidades cristãs.

            Em que consiste a riqueza entregue aos servos? Trata-se de tudo aquilo que Jesus deixou para a sua Igreja: antes de tudo o Evangelho, a sua mensagem de salvação, em seguida o Batismo, a Eucaristia e todos os sacramentos, o poder de curar, de consolar, o seu amor pelos pobres, para com os que sofrem na vida.

            A comunidade cristã organizada a sua vida, cresce, se desenvolve, produz uma profunda transformação no mundo, enquanto o seu Senhor não está visivelmente presente. Ele deixou este mundo e voltou ao Pai. Agora cabe aos seus discípulos trabalharem para que tudo o que ele lhes confiou produza frutos abundantes. 

 


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