HOMICÍDIO

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Polícia identifica corpo de empresário francano desaparecido desde julho

Polícia identifica corpo de empresário francano desaparecido desde julho

O corpo de Joel Donizete Macedo, 38, foi encontrado em ribanceira de Delfinópolis (MG). Empresário saiu no dia 31 de julho para comprar uma caminhonete e, desde então, não foi mais visto.

O corpo de Joel Donizete Macedo, 38, foi encontrado em ribanceira de Delfinópolis (MG). Empresário saiu no dia 31 de julho para comprar uma caminhonete e, desde então, não foi mais visto.

Por Kaique Castro | 29/12/2020 | Tempo de leitura: 2 min
da Redação

Por Kaique Castro
da Redação

29/12/2020 - Tempo de leitura: 2 min

Reprodução

Joel Donizete Macedo, de 38 anos, foi identificado através de exame de DNA
Os investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca identificaram nesta terça-feira, 29, o corpo encontrado em estado avançado de decomposição em uma ribanceira nas proximidades da Bela Mansão, em Delfinópolis (MG).
 
O corpo é do empresário francano Joel Donizete Macedo, de 38 anos, desaparecido desde o dia 31 de julho, quando saiu para comprar uma caminhonete e não foi mais visto. Uma pessoa já está presa por participar do homicídio. 
 
De acordo com o delegado da DIG, Eduardo Lopes Bonfim, Joel foi atraído pelos suspeitos até uma fazenda na cidade de Jeriquara, onde venderiam a ele uma caminhonete. 
 
“Uma pessoa com o nome de Rodrigo afirmou que teria dado uma carona a Joel até o trevo de Jeriquara. Dali, em outro carro, a vítima teria ido até Uberaba (MG) para fazer a compra de uma caminhonete. Mas essa história que o Rodrigo contou era mentirosa. A caminhonete que ele veria era em uma fazenda em Jeriquara. Mas isso tudo foi uma armadilha das pessoas envolvidas, que tinham a intenção de matá-lo - o que foi feito naquele dia”, afirmou o delegado. 
 
Ainda de acordo com Bonfim, no dia seguinte ao crime, com a ajuda de dois comparsas, Rodrigo pegou o corpo de Joel e jogou em uma ribanceira na cidade de Delfinópolis. 
 
“O Rodrigo, junto com outras duas pessoas, desovou o corpo nas proximidades da Bela Mansão. Ele foi preso logo no início das investigações, já que o carro utilizado no crime foi encontrado em São Sebastião do Paraíso (MG), cheio de sangue, e isso apontava que ele havia participação no sumiço do Joel.”
 
Bonfim informou que, segundo as investigações, Rodrigo tinha uma dívida de cerca de R$ 90 mil com Joel e esse teria sido o motivo do crime. "As outras duas pessoas que também participaram do crime já foram identificadas nas investigações", finalizou o delegado.
 
Mesmo após a prisão de Rodrigo, os policiais não tinham a localização do corpo de Joel. Uma mulher de Ibiraci (MG), após uma selfie na ribanceira, notou algo de estranho no meio do mato e acionou a Polícia Militar, que encontrou o corpo já em estado avançado de decomposição e com um ferimento na cabeça. 
 
Um exame de DNA foi realizado e hoje saiu o resultado que confirmou ser o corpo do empresário. Familiares de Joel compareceram até a delegacia na manhã desta terça-feira, 29, para realizar os procedimentos de retirada do corpo do rapaz para sepultamento. 
 
Uma pessoa já está presa pela participação do crime. Agora a Polícia Civil espera a Justiça decretar a prisão das outras duas pessoas que participaram do homicídio.
Os investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca identificaram nesta terça-feira, 29, o corpo encontrado em estado avançado de decomposição em uma ribanceira nas proximidades da Bela Mansão, em Delfinópolis (MG).
 
O corpo é do empresário francano Joel Donizete Macedo, de 38 anos, desaparecido desde o dia 31 de julho, quando saiu para comprar uma caminhonete e não foi mais visto. Uma pessoa já está presa por participar do homicídio. 
 
De acordo com o delegado da DIG, Eduardo Lopes Bonfim, Joel foi atraído pelos suspeitos até uma fazenda na cidade de Jeriquara, onde venderiam a ele uma caminhonete. 
 
“Uma pessoa com o nome de Rodrigo afirmou que teria dado uma carona a Joel até o trevo de Jeriquara. Dali, em outro carro, a vítima teria ido até Uberaba (MG) para fazer a compra de uma caminhonete. Mas essa história que o Rodrigo contou era mentirosa. A caminhonete que ele veria era em uma fazenda em Jeriquara. Mas isso tudo foi uma armadilha das pessoas envolvidas, que tinham a intenção de matá-lo - o que foi feito naquele dia”, afirmou o delegado. 
 
Ainda de acordo com Bonfim, no dia seguinte ao crime, com a ajuda de dois comparsas, Rodrigo pegou o corpo de Joel e jogou em uma ribanceira na cidade de Delfinópolis. 
 
“O Rodrigo, junto com outras duas pessoas, desovou o corpo nas proximidades da Bela Mansão. Ele foi preso logo no início das investigações, já que o carro utilizado no crime foi encontrado em São Sebastião do Paraíso (MG), cheio de sangue, e isso apontava que ele havia participação no sumiço do Joel.”
 
Bonfim informou que, segundo as investigações, Rodrigo tinha uma dívida de cerca de R$ 90 mil com Joel e esse teria sido o motivo do crime. "As outras duas pessoas que também participaram do crime já foram identificadas nas investigações", finalizou o delegado.
 
Mesmo após a prisão de Rodrigo, os policiais não tinham a localização do corpo de Joel. Uma mulher de Ibiraci (MG), após uma selfie na ribanceira, notou algo de estranho no meio do mato e acionou a Polícia Militar, que encontrou o corpo já em estado avançado de decomposição e com um ferimento na cabeça. 
 
Um exame de DNA foi realizado e hoje saiu o resultado que confirmou ser o corpo do empresário. Familiares de Joel compareceram até a delegacia na manhã desta terça-feira, 29, para realizar os procedimentos de retirada do corpo do rapaz para sepultamento. 
 
Uma pessoa já está presa pela participação do crime. Agora a Polícia Civil espera a Justiça decretar a prisão das outras duas pessoas que participaram do homicídio.

1 COMENTÁRIOS

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  • APARECIDO DONIZETE NUNES
    29/12/2020
    So por um esclarecimento melhor , e aquela ossada achada faz um dois meses, e até agora não se sabe nada.