12 de junho de 2021

Franca

CORRERIA

Com fim do lockdown, multidão lota ruas de Franca

Véspera do Dia dos Namorados, que ficou marcada pelo primeiro dia pós-lockdown, esta sexta-feira, 11, registrou intenso movimento durante toda a manhã. Seja no Centro, Estação ou nas avenidas, francanos eram vistos realizando compras nos comércios, supermercados, pegando ônibus ou nas filas de bancos.

Franca 20 horas atrás
Higor Goulart, Lucas Faleiros e N. Fradique
da Redação
Lucas Faleiros/GCN
Enormes filas se formaram na Praça Barão nesta sexta-feira, 11
Nada parou o francano neste primeiro dia após o fim do lockdown. Nesta sexta-feira, 11, mesmo com chuva e neblina, a população promeveu uma correria aos estabelecimentos que durante 15 dias ficaram fechados. A manhã ficou marcada por enormes filas em bancos e supermercados, fábricas trabalhando a todo vapor e ônibus voltando a circular. No Centro, o movimento era intenso. Na Estação, a mesma coisa. Parte deste movimento pode ser atribuída ao Dia dos Namorados, que é comemorado neste sábado, 12.
 
Durante a manhã, os locais com maior circulação foram os supermercados. Logo cedo, o Atacadão, que fica na avenida Rio Negro, já lotava de clientes e, por conta da limitação de 30% da capacidade, várias pessoas esperavam no estacionamento para poderem entrar. Devido ao enorme número de carros estacionados, os seguranças tiveram que controlar o acesso, fazendo assim com que vários veículos aguardassem na avenida em frente ao hipermercado, numa fila que se estendeu até o posto Galo Branco.

Próximo ao Atacadão, o Franca Shopping era o local que mais aparentava respeitar as determinações. O movimento era controlado e poucos carros no estacionamento foram vistos. Na mesma avenida do centro de compras, a avenida Rio Negro, um local com quadras de beach tennis funcionava normalmente. Pelo 10 pessoas estavam no local, praticando esporte e sem máscara. A prática de esporte coletiva continua proibida.

O Centro da cidade mais parecia um sambódromo em época de Carnaval. Incontáveis pessoas aguardavam parar ser atendidas em filas e o trânsito da região apresentava congestionamentos.

Os calçadões da rua Voluntários da Franca e da rua do Comércio eram onde o maior número de francanos estava reunido. Eles passavam com sacolas nas mãos e formavam grandes filas de espera na frente dos grandes estabelecimentos comerciais. Um pouco à frente, na praça Barão, a coisa também estava feia. Um aglomerado de clientes aguardava para entrar serem atendidos em uma loja do local. Os estabelecimentos comerciais estão proibidos de receber consumidores, o atendimento deve ser na calçada.

O cenário era parecido nos bancos e lotéricas do Centro. A fila para entrar na Caixa localizada na rua Monsenhor Rosa passava por toda a Saldanha Marinho e chegava ao outro lado do quarteirão, no calçadão da rua do Comércio. A espera nas demais agências também era grande.

Além das filas, muitas pessoas caminhavam pelas praças e se sentavam nos bancos para conversar. Se não fossem as máscaras nos rostos dos francanos, a cidade sequer aparentaria viver uma pandemia.

A região da Estação também apresentou um grande movimento com o fim do lockdown, principalmente por sediar o segundo maior terminal de transporte público, que fica na Praça Sabino Loureiro. Com a volta da circulação dos ônibus da empresa São José, o número de usuários foi intenso nas primeiras horas do dia, se estendendo até a tarde.
 
O fluxo de pessoas naquela região da cidade chamava a atenção, já que as agências bancárias registraram filas quilométricas. A maior aglomeração ocorreu na Caixa Federal que fica em frente ao prédio da antiga Mogiana, na avenida Integração.
 
Outros dois pontos da cidade também registraram aglomerações no primeiro dia pós-lockdown. O canteiro central da avenida Chico Júlio ficou lotado com alunos realizando aulas para habilitação de motos. Poucos metros dali, uma longa fila também se formou na Farmácia de Manipulação da Secretaria da Saúde, em busca de atendimento e para retirada de remédios e fraldas.


COMENTÁRIOS

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  • André
    22 horas atrás 1 Curtiu
    Quem quiser sair sai! Quem quiser ficar em casa fique! Não transfira a responsabilidade da sua saúde à outras pessoas! Vc não tem o direito de se sentir seguro proibindo outra pessoa de sair de casa!
  • Agatha
    22 horas atrás 1 Curtiu
    A pessoa que escreve as matérias e o fotógrafo não sabe o que é trabalhar, precisar comprar comida, pagar conta e coisa e tal..... Gente que matéria sensacionalista. É muito fácil falar do outro sem saber o porquê a pessoa estava na rua.
  • Claudinei Deolindo de Queiroz
    22 horas atrás 1 Curtiu
    Tranquilo pessoal a ACIF vai organizar leitos para todos que si infectar nas lojas do centro e do shopping
  • Economista
    22 horas atrás 3 Curtiram
    Depois reclama que não tem dinheiro
  • Kinho
    22 horas atrás 3 Curtiram
    Incrível, quando a população dará conta da gravidade da situação, nada deveria ser mais importante que a manutenção da vida. Gente esta doença mata, rápido e sem piedade, não importa se você tem ou não tem dinheiro, ela (a doença) é bastante democrática, não escolhe vitimas. Então, por favor, tem amor pela sua vida, resguarde-se.
  • Gabiroba
    22 horas atrás 2 Curtiram
    Ahhh como queria uma vacina!! Mas o Sr. Bolsonaro achou melhor comprar cloroquina. Oque fizemos para merecer um presidente tão ruim assim????
  • Marcos
    21 horas atrás 1 Curtiu
    Segura essa bomba aí Alexandre!!!! Seu irresponsável!!
  • WESLEY
    21 horas atrás 2 Curtiram
    PARABÉNS POPULAÇÃO!!! Quando a governo fechar tudo novamente, não reclama. Governantes movidos pelo poder \"DINHEIRO\" e uma Sociedade \"DESCONTROLADA\"
  • PHABLO ROBERTO DE FARIA
    21 horas atrás 2 Curtiram
    É por isso que eu falo...um gestor público não pode sair decretando medidas a torto e a direita sem pensar nas consequencias...toda ação gera reação...será que o prefeito achou mesmo que 15 dias sem comprar...sem pagar contas...sem resolver problemas não teriam reflexo após a paralização? Ao invés de lockdown o correto seria ampliar o horario de funcionamento...diminuir o percentual de presença nas lojas e mercados e fiscalização forte em cima dos estabelecimentos...e pronto...tendo feito isso não teria tumulto...não teria aglomeração e não teria esse problema que está acontecendo...agora não tem o que fazer...todos precisam fazer compra nos mercados...todos precisam pagar contas atrasadas nas loterias e todos precisam resolver problemas principalmente em bancos...e não tem o que fazer...quem precisa pagar conta não tem bola de cristal para adivinhar os horários de pico dos locais e também não pode simplesmente ficar mais uma semana sem resolver as pendências...esse lockdown foi o maior tiro no pé que o prefeito deu desde o início da pandemia...o lockdown não serviu pra nada...não manteve as pessoas em casa e agora triplicou o nivel de aglomeração nas ruas e mercados...e agora? o que vocês acham que deve acontecer com a quantidade de contaminados na cidade? Aí sabe qual será a alternativa futura do prefeito? Novo Lockdown...mais 15 dias parados inuteis e mais aglomeração após a medida...ou seja...se o prefeito não usar a cabeça será um looping de medidas errôneas e sem sentido...
  • israel
    21 horas atrás
    depois fala que lockdown ajuda alguma coisa só ajudou ferrar quem já estava ferrado !! pessoal aqui do gcn vi um resposta que falava que quem quer trabalhar era insensível fabricas que abria no lockdow ia prejudicar funcionarios era melhor esse povo ai ta trabalhando que nessa muvuca!!
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