RECEITAS DA SONIA

RECEITAS DA SONIA

Tomates recheados

Tomates recheados

Se existe uma hortaliça que comparece quase todos os dias na mesa do brasileiro é o tomate. É bom lembrar que não é legume, é fruta, ainda que não tenha sabor doce. Suas qualidades nutritivas são destacadas por nutricionistas. Leia mais no artigo de Sonia Machiavelli.

Se existe uma hortaliça que comparece quase todos os dias na mesa do brasileiro é o tomate. É bom lembrar que não é legume, é fruta, ainda que não tenha sabor doce. Suas qualidades nutritivas são destacadas por nutricionistas. Leia mais no artigo de Sonia Machiavelli.

Por Sonia Machiavelli | 05/02/2022 | Tempo de leitura: 3 min
especial para GCN

Por Sonia Machiavelli
especial para GCN

05/02/2022 - Tempo de leitura: 3 min

Ingredientes:

  • 4 tomates firmes
  • ¼ de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
  • ½ xícara (chá) de farinha de rosca
  • 1 dente de alho
  • Azeite a gosto
  • Sal a gosto
  • Salsa para decorar

Se existe uma hortaliça que comparece quase todos os dias na mesa do brasileiro é o tomate. É bom lembrar que não é legume, é fruta, ainda que não tenha sabor doce. Suas qualidades nutritivas são destacadas por nutricionistas. O típico, de cor vermelha, é rico em vitamina C, fornece pro-vitamina A, constitui boa fonte de vitaminas do complexo B e dos minerais cálcio e potássio. Mas a qualidade que vem sendo destacada há pelo menos duas décadas é sua riqueza em licopeno (que confere a cor vermelha típica dos frutos), um potente antioxidante.

Apesar de estar associado à Itália, onde é muito popular, o tomate não é originário da Europa, e sim das Américas. O tomateiro é nativo da região andina, englobando o Peru, Norte do Chile, Equador e Ilhas Galápagos. Como a batata, o cacau e o milho, os tomates chegaram à Europa no século 16. E no início não eram considerados alimentos e sim frutas decorativas, usadas nas mesas de banquetes. Os italianos foram os primeiros a experimentá-los como comida, e isso já no século 18. Como os primeiros a aportarem por lá foram os de cor amarela, chamaram à fruta de "pomo d'oro" (fruto de ouro), o que dará origem ao nome da receita de molho de tomate: pomodoro. E assim ficou o nome por lá. Pomodoro e não tomate. O substantivo tomate, incluído no léxico das outras línguas derivadas do latim, está mais próximo do nome que lhes deram os astecas, tomatl. Quando os espanhóis chegaram à América, encontraram diferentes tipos, assim como aconteceu ao milho e à batata.

A produção brasileira de tomates abrange hoje quase todas as variedades da fruta. Os tipos mais populares são o caqui, o Santa Cruz, o Santa Clara, o Italiano ou Saladette, o cereja e o grape. As principais diferenças estão no formato e tamanho dos frutos. Na hora de escolher qual tomate comprar, leve em consideração a receita onde ele vai entrar. Alguns tipos são melhores para molhos e refogados; outros vão bem em saladas ou in natura.No entanto, pensando no aproveitamento do licopeno, os molhos caseiros e extratos concentram mais licopeno.

Para preparar tomates recheados, use o tipo caqui. Sua forma de cumbuca é ideal para esse prato que pode receber muitos recheios, da carne moída ao camarão, do arroz ao atum. A criatividade tem aí vasto campo. Rita Lobo, apresentadora e culinarista experiente e prática, nos ensina a usar queijo e farinha de rosca para rechear tomates que ficam deliciosos e podem ser variação para a salada que as donas de casa brasileiras costumam oferecer com certa constância que pode se tornar entediante. Vejam como é fácil.

Escolha tomates maduros mas firmes, com a pele perfeita. Lave bem, enxugue. Corte uma fatia bem fina na base de cada tomate - assim eles ficam de pé na assadeira e não tombam. Corte e descarte a tampa de cada e, com uma colher ou dedo, retire e descarte as sementes. Tempere a parte interna dos tomates com sal a gosto e deixe de ponta-cabeça num prato para drenar um pouco, enquanto prepara o recheio. Antes, ligue o forno a 180º. Descasque e pique fino o dente de alho. Transfira para uma tigela pequena e junte três colheres (sopa) de azeite, a farinha de rosca e o parmesão ralado. Misture até formar uma farofa úmida. Unte uma assadeira pequena com azeite. Recheie cada tomate com a farofa e regue com um fio de azeite ao redor da borda. Disponha os tomates de pé e leve para assar por cerca de 20 minutos. Retire do forno e sirva a seguir. Se quiser, decore com um galhinho de salsa.

Ingredientes:

  • 4 tomates firmes
  • ¼ de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
  • ½ xícara (chá) de farinha de rosca
  • 1 dente de alho
  • Azeite a gosto
  • Sal a gosto
  • Salsa para decorar

Se existe uma hortaliça que comparece quase todos os dias na mesa do brasileiro é o tomate. É bom lembrar que não é legume, é fruta, ainda que não tenha sabor doce. Suas qualidades nutritivas são destacadas por nutricionistas. O típico, de cor vermelha, é rico em vitamina C, fornece pro-vitamina A, constitui boa fonte de vitaminas do complexo B e dos minerais cálcio e potássio. Mas a qualidade que vem sendo destacada há pelo menos duas décadas é sua riqueza em licopeno (que confere a cor vermelha típica dos frutos), um potente antioxidante.

Apesar de estar associado à Itália, onde é muito popular, o tomate não é originário da Europa, e sim das Américas. O tomateiro é nativo da região andina, englobando o Peru, Norte do Chile, Equador e Ilhas Galápagos. Como a batata, o cacau e o milho, os tomates chegaram à Europa no século 16. E no início não eram considerados alimentos e sim frutas decorativas, usadas nas mesas de banquetes. Os italianos foram os primeiros a experimentá-los como comida, e isso já no século 18. Como os primeiros a aportarem por lá foram os de cor amarela, chamaram à fruta de "pomo d'oro" (fruto de ouro), o que dará origem ao nome da receita de molho de tomate: pomodoro. E assim ficou o nome por lá. Pomodoro e não tomate. O substantivo tomate, incluído no léxico das outras línguas derivadas do latim, está mais próximo do nome que lhes deram os astecas, tomatl. Quando os espanhóis chegaram à América, encontraram diferentes tipos, assim como aconteceu ao milho e à batata.

A produção brasileira de tomates abrange hoje quase todas as variedades da fruta. Os tipos mais populares são o caqui, o Santa Cruz, o Santa Clara, o Italiano ou Saladette, o cereja e o grape. As principais diferenças estão no formato e tamanho dos frutos. Na hora de escolher qual tomate comprar, leve em consideração a receita onde ele vai entrar. Alguns tipos são melhores para molhos e refogados; outros vão bem em saladas ou in natura.No entanto, pensando no aproveitamento do licopeno, os molhos caseiros e extratos concentram mais licopeno.

Para preparar tomates recheados, use o tipo caqui. Sua forma de cumbuca é ideal para esse prato que pode receber muitos recheios, da carne moída ao camarão, do arroz ao atum. A criatividade tem aí vasto campo. Rita Lobo, apresentadora e culinarista experiente e prática, nos ensina a usar queijo e farinha de rosca para rechear tomates que ficam deliciosos e podem ser variação para a salada que as donas de casa brasileiras costumam oferecer com certa constância que pode se tornar entediante. Vejam como é fácil.

Escolha tomates maduros mas firmes, com a pele perfeita. Lave bem, enxugue. Corte uma fatia bem fina na base de cada tomate - assim eles ficam de pé na assadeira e não tombam. Corte e descarte a tampa de cada e, com uma colher ou dedo, retire e descarte as sementes. Tempere a parte interna dos tomates com sal a gosto e deixe de ponta-cabeça num prato para drenar um pouco, enquanto prepara o recheio. Antes, ligue o forno a 180º. Descasque e pique fino o dente de alho. Transfira para uma tigela pequena e junte três colheres (sopa) de azeite, a farinha de rosca e o parmesão ralado. Misture até formar uma farofa úmida. Unte uma assadeira pequena com azeite. Recheie cada tomate com a farofa e regue com um fio de azeite ao redor da borda. Disponha os tomates de pé e leve para assar por cerca de 20 minutos. Retire do forno e sirva a seguir. Se quiser, decore com um galhinho de salsa.

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