GAZETILHA

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O recado da CIA e os ouvidos moucos de Jair

O recado da CIA e os ouvidos moucos de Jair

É quase certo que aquilo que hoje apenas supomos possa ter sido comprovado pelo serviço de inteligência americano. O golpe - já - está em curso. E o prognóstico, é o pior possível.

É quase certo que aquilo que hoje apenas supomos possa ter sido comprovado pelo serviço de inteligência americano. O golpe - já - está em curso. E o prognóstico, é o pior possível.

Por Corrêa Neves Jr. | 08/05/2022 | Tempo de leitura: 6 min
editor do GCN

Por Corrêa Neves Jr.
editor do GCN

08/05/2022 - Tempo de leitura: 6 min

“Quem despreza o conselho útil fica com o inútil”
Gualterius Anglicus
, poeta anglo-normando


Repercutiu muito, mas ainda assim menos do que deveria, a informação revelada com exclusividade pela agência internacional de notícias Reuters, uma das mais respeitadas do mundo, sobre alguns encontros para lá de discretos entre o diretor da CIA (Agência Central de Inteligência), William Burns, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus mais próximos assessores. Segundo a Reuters, as reuniões aconteceram em Brasília, em julho do ano passado, e tiveram como único e principal assunto os constantes ataques que o presidente Bolsonaro faz ao sistema eleitoral brasileiro.

De acordo com a Reuters, foram pelo menos dois encontros. O primeiro, com a presença do próprio presidente Jair Bolsonaro, o chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno; e o então diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagen, no Palácio do Planalto. O segundo, um jantar com o mesmo general Augusto Heleno e o então secretário-geral da presidência, o também general Luiz Ramos, na casa do embaixador americano em Brasília.

Não foram encontros para esboçar simpatia pela causa. A razão do deslocamento do comandante da CIA desde a Virginia, nos Estados Unidos, onde fica a sede da agência de espionagem (ou de inteligência, como preferem ser chamados), até a capital do Brasil, foi um só: deixar claro à liderança brasileira que não se deve questionar sem provas o sistema eleitoral e que qualquer tentativa de boicotar nossa jovem e frágil democracia seria rechaçada prontamente pelo governo americano.

Tanto Bolsonaro quanto Heleno negaram que tenham recebido quaisquer “recados” do governo americano, mas não desmentiram os encontros. Também não detalharam o que teria sido discutido, já que segundo sua versão não foram as eleições. A CIA não confirmou nem desmentiu. Disse apenas que os assuntos de inteligência são protegidos por sigilo, o que, na prática, significa admitir tudo aconteceu exatamente conforme relatado pela Reuters. Fosse diferente, a CIA teria negado, pura e simplesmente. Além disso, o texto da Reuters menciona três fontes diferentes (duas no Brasil, uma nos Estados Unidos) que teriam fornecido todos os detalhes. Se você domina o inglês, vale a pena clicar neste link e acessar a íntegra da reportagem publicada na última quinta-feira, 5.

Muito se disse sobre o assunto nos últimos três dias – da simples negativa do teor da reunião, como fez o governo brasileiro, até gente que à direita ou, até mesmo, à esquerda, reclamou da ingerência do governo americano em assuntos “internos” do Brasil.

Mas o principal ponto, pelo menos para mim, passou despercebido – ou não foi destacado – nos principais artigos que li: por que, afinal de contas, Joe Biden pediu a William Burns, o poderoso diretor da CIA, que servisse de garoto de recados para trazer sua mensagem ao presidente brasileiro? Por que Biden escolheu especificamente Burns?

A dúvida é simples e a resposta, pelo menos sob minha ótica, pode ser perturbadora. Há que se considerar que, se Biden estivesse apenas incomodado com o que anda dizendo Bolsonaro, ou irritado com aquilo que seu colega brasileiro representa, haveria inúmeras outras formas de alcançar o mesmo objetivo – com muito maior discrição e menor especulação.

O presidente americano poderia ter determinado ao seu Chief of Staff, Ron Klein, que convidasse o embaixador brasileiro em Washington, Nestor Forster, e dito a ele o que bem entendesse. Ou então, poderia ter incumbido da missão algum de seus representantes diplomáticos no Brasil, que poderiam ter procurado o Ministro das Relações Exteriores, Carlos França, para transmitir as inquietações do líder da maior superpotência do mundo. Restaria ainda a alternativa de designar a tarefa para o secretário de Estado americano, Antony Bliken, que poderia ter vindo em visita oficial ao Brasil.

Ao invés disso, o que Biden fez foi pedir ao homem que comanda a maior rede de inteligência do planeta, com escritórios e operações em todas as nações do globo e acesso a recursos quase ilimitados de espionagem, para que interrompesse o que quer que seja que estivesse fazendo para vir pessoalmente ao Brasil.

É preciso ter em mente que o chefe da inteligência americana tem que lidar com questões delicadíssimas como os intermináveis conflitos no Oriente Médio, o perigoso equilíbrio com a China, a sempre problemática Rússia, o talibã, ameaças terroristas permanentes aos Estados Unidos ou quaisquer outras crises, onde quer que elas ocorram e representem, direta ou indiretamente, perigo para os Estados Unidos. Durante alguns dias de julho do ano passado, Burns se afastou disso tudo para tratar de Brasil, no Brasil.

Outro ponto importante e recordar é que, em 2013, descobriu-se que NSA (National Security Agency) havia espionado nada menos do que a então presidente brasileira, Dilma Rousseff (PT), e mais de 20 outras autoridades. Fazia parte da lista dos grampeados pela agência-irmã da CIA Dilma (seu celular, o telefone do gabinete, seus e-mails e até o telefone do avião presidencial); e ministros como Antônio Palocci (Fazenda), Nelson Barbosa (secretário executivo da Fazenda), o general José Elito Siqueira (GSI) e Luiz Roberto Figueiredo (subsecretário de Meio Ambiente). Faziam parte dos espionados também os secretários pessoais da presidente, Anderson Dornelles e Nilce. Na prática, tudo que de relevante o governo brasileiro discutia, em reuniões formais ou informais, era capturado e analisado pelos espiões americanos.

Apesar do constrangimento à época, que ninguém duvide que o esquema continua, em maior ou menor grau, de pé. É da própria essência da atividade de espionagem fazer exatamente isso – espionar. Recolher dados, “ouvir” segredos, consolidar relatos, para permitir que sejam feitas análises de inteligência.

Para mim, este é o grande ponto que explica a presença de William Burns por aqui. É quase certo que aquilo que hoje apenas supomos possa ter sido comprovado pelo serviço de inteligência americano. Bolsonaro não apenas pretende dar um golpe de Estado se perder as eleições, como também já colocou em marcha suas ações, discutindo passos e detalhes com seus assessores mais próximos. Sobram evidências desta hipótese: o presidente permanentemente desacredita das urnas, como se algum problema tivesse sido detectado, o que nunca ocorreu; ataca as pesquisas eleitorais, como se fosse impossível Lula liderar a disputa neste instante; ataca o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral, instâncias que têm a palavra final em qualquer assunto relacionado ao tema; e constantemente critica a imprensa, como se nada que se publica, posta ou veicula fosse verdade.

Tudo isso cria em parcela da população a ideia de que Bolsonaro é vítima de uma armação, de que ele é amado por todo mundo menos a "esquerda comunista" e que, se perder, é porque foi roubado, o que criaria o pretexto para a interferência das Forças Armadas para impedir a posse do vitorioso nas urnas. Recordem-se as palavras recentes do Ministro da Defesa, general Paulo Sérgio, que depois de se encontrar com o presidente do STF, Luiz Fux, fez questão de dizer que as Forças Armadas estão em estado de permanente “prontidão” para “cumprir suas missões constitucionais”. Insinuação mais clara do que está por vir, impossível.

Duas coisas são certas. A primeira, William Burns não veio ao Brasil a passeio. O que quer que seja que tenha dito, era sério o bastante para justificar sua vinda e permanência por alguns dias por aqui. A segunda é que, independente do que tenha ouvido, o presidente brasileiro fingiu de árvore. Não recuou nos ataques ao sistema eleitoral, na sua estratégia em desacreditar tudo que não lhe seja conveniente nem na tentativa de cooptar as forças armadas. O golpe está em curso, como já escrevi a algumas semanas. Se vamos resistir ou não, só o tempo dirá. Mas o prognóstico, a seis meses do pleito, é o pior possível. 

Corrêa Neves Jr é jornalista e editor-chefe do GCN.

“Quem despreza o conselho útil fica com o inútil”
Gualterius Anglicus
, poeta anglo-normando


Repercutiu muito, mas ainda assim menos do que deveria, a informação revelada com exclusividade pela agência internacional de notícias Reuters, uma das mais respeitadas do mundo, sobre alguns encontros para lá de discretos entre o diretor da CIA (Agência Central de Inteligência), William Burns, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus mais próximos assessores. Segundo a Reuters, as reuniões aconteceram em Brasília, em julho do ano passado, e tiveram como único e principal assunto os constantes ataques que o presidente Bolsonaro faz ao sistema eleitoral brasileiro.

De acordo com a Reuters, foram pelo menos dois encontros. O primeiro, com a presença do próprio presidente Jair Bolsonaro, o chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno; e o então diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagen, no Palácio do Planalto. O segundo, um jantar com o mesmo general Augusto Heleno e o então secretário-geral da presidência, o também general Luiz Ramos, na casa do embaixador americano em Brasília.

Não foram encontros para esboçar simpatia pela causa. A razão do deslocamento do comandante da CIA desde a Virginia, nos Estados Unidos, onde fica a sede da agência de espionagem (ou de inteligência, como preferem ser chamados), até a capital do Brasil, foi um só: deixar claro à liderança brasileira que não se deve questionar sem provas o sistema eleitoral e que qualquer tentativa de boicotar nossa jovem e frágil democracia seria rechaçada prontamente pelo governo americano.

Tanto Bolsonaro quanto Heleno negaram que tenham recebido quaisquer “recados” do governo americano, mas não desmentiram os encontros. Também não detalharam o que teria sido discutido, já que segundo sua versão não foram as eleições. A CIA não confirmou nem desmentiu. Disse apenas que os assuntos de inteligência são protegidos por sigilo, o que, na prática, significa admitir tudo aconteceu exatamente conforme relatado pela Reuters. Fosse diferente, a CIA teria negado, pura e simplesmente. Além disso, o texto da Reuters menciona três fontes diferentes (duas no Brasil, uma nos Estados Unidos) que teriam fornecido todos os detalhes. Se você domina o inglês, vale a pena clicar neste link e acessar a íntegra da reportagem publicada na última quinta-feira, 5.

Muito se disse sobre o assunto nos últimos três dias – da simples negativa do teor da reunião, como fez o governo brasileiro, até gente que à direita ou, até mesmo, à esquerda, reclamou da ingerência do governo americano em assuntos “internos” do Brasil.

Mas o principal ponto, pelo menos para mim, passou despercebido – ou não foi destacado – nos principais artigos que li: por que, afinal de contas, Joe Biden pediu a William Burns, o poderoso diretor da CIA, que servisse de garoto de recados para trazer sua mensagem ao presidente brasileiro? Por que Biden escolheu especificamente Burns?

A dúvida é simples e a resposta, pelo menos sob minha ótica, pode ser perturbadora. Há que se considerar que, se Biden estivesse apenas incomodado com o que anda dizendo Bolsonaro, ou irritado com aquilo que seu colega brasileiro representa, haveria inúmeras outras formas de alcançar o mesmo objetivo – com muito maior discrição e menor especulação.

O presidente americano poderia ter determinado ao seu Chief of Staff, Ron Klein, que convidasse o embaixador brasileiro em Washington, Nestor Forster, e dito a ele o que bem entendesse. Ou então, poderia ter incumbido da missão algum de seus representantes diplomáticos no Brasil, que poderiam ter procurado o Ministro das Relações Exteriores, Carlos França, para transmitir as inquietações do líder da maior superpotência do mundo. Restaria ainda a alternativa de designar a tarefa para o secretário de Estado americano, Antony Bliken, que poderia ter vindo em visita oficial ao Brasil.

Ao invés disso, o que Biden fez foi pedir ao homem que comanda a maior rede de inteligência do planeta, com escritórios e operações em todas as nações do globo e acesso a recursos quase ilimitados de espionagem, para que interrompesse o que quer que seja que estivesse fazendo para vir pessoalmente ao Brasil.

É preciso ter em mente que o chefe da inteligência americana tem que lidar com questões delicadíssimas como os intermináveis conflitos no Oriente Médio, o perigoso equilíbrio com a China, a sempre problemática Rússia, o talibã, ameaças terroristas permanentes aos Estados Unidos ou quaisquer outras crises, onde quer que elas ocorram e representem, direta ou indiretamente, perigo para os Estados Unidos. Durante alguns dias de julho do ano passado, Burns se afastou disso tudo para tratar de Brasil, no Brasil.

Outro ponto importante e recordar é que, em 2013, descobriu-se que NSA (National Security Agency) havia espionado nada menos do que a então presidente brasileira, Dilma Rousseff (PT), e mais de 20 outras autoridades. Fazia parte da lista dos grampeados pela agência-irmã da CIA Dilma (seu celular, o telefone do gabinete, seus e-mails e até o telefone do avião presidencial); e ministros como Antônio Palocci (Fazenda), Nelson Barbosa (secretário executivo da Fazenda), o general José Elito Siqueira (GSI) e Luiz Roberto Figueiredo (subsecretário de Meio Ambiente). Faziam parte dos espionados também os secretários pessoais da presidente, Anderson Dornelles e Nilce. Na prática, tudo que de relevante o governo brasileiro discutia, em reuniões formais ou informais, era capturado e analisado pelos espiões americanos.

Apesar do constrangimento à época, que ninguém duvide que o esquema continua, em maior ou menor grau, de pé. É da própria essência da atividade de espionagem fazer exatamente isso – espionar. Recolher dados, “ouvir” segredos, consolidar relatos, para permitir que sejam feitas análises de inteligência.

Para mim, este é o grande ponto que explica a presença de William Burns por aqui. É quase certo que aquilo que hoje apenas supomos possa ter sido comprovado pelo serviço de inteligência americano. Bolsonaro não apenas pretende dar um golpe de Estado se perder as eleições, como também já colocou em marcha suas ações, discutindo passos e detalhes com seus assessores mais próximos. Sobram evidências desta hipótese: o presidente permanentemente desacredita das urnas, como se algum problema tivesse sido detectado, o que nunca ocorreu; ataca as pesquisas eleitorais, como se fosse impossível Lula liderar a disputa neste instante; ataca o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral, instâncias que têm a palavra final em qualquer assunto relacionado ao tema; e constantemente critica a imprensa, como se nada que se publica, posta ou veicula fosse verdade.

Tudo isso cria em parcela da população a ideia de que Bolsonaro é vítima de uma armação, de que ele é amado por todo mundo menos a "esquerda comunista" e que, se perder, é porque foi roubado, o que criaria o pretexto para a interferência das Forças Armadas para impedir a posse do vitorioso nas urnas. Recordem-se as palavras recentes do Ministro da Defesa, general Paulo Sérgio, que depois de se encontrar com o presidente do STF, Luiz Fux, fez questão de dizer que as Forças Armadas estão em estado de permanente “prontidão” para “cumprir suas missões constitucionais”. Insinuação mais clara do que está por vir, impossível.

Duas coisas são certas. A primeira, William Burns não veio ao Brasil a passeio. O que quer que seja que tenha dito, era sério o bastante para justificar sua vinda e permanência por alguns dias por aqui. A segunda é que, independente do que tenha ouvido, o presidente brasileiro fingiu de árvore. Não recuou nos ataques ao sistema eleitoral, na sua estratégia em desacreditar tudo que não lhe seja conveniente nem na tentativa de cooptar as forças armadas. O golpe está em curso, como já escrevi a algumas semanas. Se vamos resistir ou não, só o tempo dirá. Mas o prognóstico, a seis meses do pleito, é o pior possível. 

Corrêa Neves Jr é jornalista e editor-chefe do GCN.

18 COMENTÁRIOS

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  • Darsio
    09/05/2022
    Nossa! O capitão GENOCIDA, adorado por gado, ta muito mal na fita.
  • Darsio
    09/05/2022
    Certamente teremos as eleições mais sujas da história, pois o GENOCIDA é a sujeira propriamente dita. Não há dúvidas de um pretendido golpe, mas creio que os bolsominions ainda depositam seus esforços em robôs que, pelas redes sociais devem turbinar fake news. Não sei não, mas agora fica mais fácil entender o porque do capitão GENOCIDA ter comprado milhares de comprimidos de viagra e próteses penianas para as forças armadas. Afinal, para o golpe ele pretende ter todos os soldados em posição de ataque e bastante eretos.
  • Alex
    09/05/2022
    \"Vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição\" - José Dirceu. Acho que foi esse possível golpe que trouxe o diretor da CIA ao Brasil e alertar o presidente e seus comandados.
  • FAFA
    09/05/2022
    bOZO desesperado... é REELEIÇÃO OU cadeia !!!! kkkkkkk
  • Darsio
    09/05/2022
    Meu Deus do céu! Como pode esses bolsominions ser tão, mas tão tapados assim. Quer dizer que toda essa mobilização dos EUA é, para um provavel golpe do PT, do José Dirceu? Mas, foi o PT que fez campanha para o Donald Trump? Foi o PT que, sugeriu filho de presidente para ser o embaixador nos EUA, numa clara bajulação ao Trump e, apenas sabendo fritar hamburgueres? Foi o PT que demorou, demorou, demorou e só depois de muito tempo reconheceu a vitória do Biden? É o PT que, trocentas vezes em público vive a idolatrar as forças armadas e o golpe de 64? Bolsominion não pode ser misturado a merda, pois depois fica impossível separar os dois.
  • Rogério
    09/05/2022
    Meus Deus, as narrativas destes esquerdistas são impressionantes. Basta olhar nas ruas das cidades visitadas por Bolsonaro por todo o Brasil, o povo está com ele! Muuuuuu...É Bolsonaro em 2022!!!
  • Alex
    09/05/2022
    Calma puldo! Vocês terão de aguentar mais quatro anos do Bolsonaro e quem sabe mais oito de quem ele indicar. KKKKKKKKK
  • Darsio
    09/05/2022
    Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Até que enfim, um bolsominion escreveu na sua língua materna, isto é, o gadês. E, aproveito para lhe dizer que as esperanças das pessoas de boa índole, inteligentes e honestas, é que o GENOCIDA vá para a cadeia.
  • Leone alves de freitas
    09/05/2022
    Rapaz ta viajano na maioneze eim o golpe vai se se ele nao ganha ai se pode te certeza que foi golpe o chora e livre filho
  • Darsio
    10/05/2022
    Maionese escrito com a letra Z? Meu Deus do céu! Sugiro ao gado que escreva na sua língua de gadês, pois quando tenta pela língua portuguesa na sua norma culta, mostra mais uma faceta de sua completa falta de inteligência. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu... E, a outro gado eu o aconselho a não cantar vitória antes do jogo, pois não tardará para que algum dia o GENOCIDA e muitos de seus apoiadores sejam colocados em uma cadeia e alimentados com leite condensado. Aliás, sugiro a esse ruminante que faça um passeio no cercadinho do GENOCIDA e lhe agradeça por mais um aumento nos preços dos combustíveis.
  • Dirceu
    10/05/2022
    Os EUA sempre querendo mandar em todos do planeta como sempre.... O Bolsonaro é puxa-saco dos americanos... concluindo, se os EUA tem medo de golpe, eles tem medo é do comunismo do PT, pq o PT é claramente contra os americanos... e pronto.
  • Zelma Neves
    10/05/2022
    Nossa! Mas que artigo esquerdista. Bolsonaro vive nos braços do povo de bem, é patriota, cristão, simples, amado por onde passa, não é ladrão, etc. E o ex-presidiário onde está? Debaixo da cama? fazendo campanha home officer? Não sai às ruas nem pra ir a padaria porque tem medo de ser OVOcionado e está em primeiro lugar nas pesquisas? Ah! Não subestime as pessoas de bem! Que pena!
  • EZEQUIEL EVANGELISTA
    11/05/2022
    o general animal, aquele merda mnt da dfs, o mamateiro,inútil desqualificado, incompetente, e inservivel, nao passa de um mercenário, com cara de traficante e trejeitos de bandido de facção criminosa, esse pau mandado nos parece, venderia a própria mãe por uns trocados,e por cargos, a cara de pau, a falta de carater, de brio, de honra, de vergonha na cara suja é tão descarada, que as vezes da vontade de lhe dar uns tapas no beiço, por exemplo esse nada, desconhecido, um mero bajulador e puxa saco, vendilhão, nas eleições passadas, em nenhuma delas questionou absolutamente nada, porque?, naquele tempo nao era homem o suficiente, e hoje acha que é, porque antes nunca questionou nadam, nunca falou absolutamente nada sobra a lisura das tais eleições, porque será que hoje, esse verme vem falar e querer pressionar, antes nao era homem ou macho pra isso, e hoje se sente finalmente homem, porque nao contestou cada eleição passada, inclusive a 2018, nao deixando o bandido miliciano assumir, esse projeto de lixão grita como maricas e esperneia por já de antemão saber que seu fim esta muito próximo, por ter a certeza absoluta que nem com toda a ajuda do inferno e dos demonois de bíblia na mão já sabe que seu chefinho perderá as eleições, e claramente ele sabe que as mamatas vao com ele pros quintos dos infernos, e que sua vida bandida e imunda de capacho servil se encerrará, nao obstante a isso, depois de varrida toda essa corja de bandidos fardados, armados plantaras e mal intencionados do serviço publico, , vagabundos mamateiros como esse lixo escroto pagará caro por sua ARROGÂNCIA, E INSOLÊNCIA.
  • Darsio
    12/05/2022
    CUIDADO! Ao liberar as armas e negar comida no prato do povo, o GENOCIDA criou uma mílicia que está andando armada. Várias reportagens tem mostrado que, ruminantes devotos do GENOCIDA se organizam e, se dirigem para locais onde ocorrem manifestações anti-bozo ou de apoio a outros candidatos e, com armas nas mãos, não se intimidam em ameaçar as pessoas que pensam diferente deles. A presença desses insanos e dementes, nos leva a previsão de que nessas eleições ocorrerão muitas mortes. Ou seja, o golpe do GENOCIDA e de muitos de seus dementes devotos, já está em curso. Agora, fica muito clara a razão pela qual o GENOCIDA facilitou a aquisição de armas, isto é, a criação de uma milícia nacional. Portanto, sugiro que você, dotado de inteligência e adepto da democracia, evite se expor a esses ruminantes. Preserve a sua vida!
  • Njr
    12/05/2022
    Nossa mas que cara xarope! Vira o disco, o papagaio repete...
  • Alex
    12/05/2022
    KKKKKKKKKKKKKK. O Puldo está delirando cada vez mais. Acho que o cuidador não está dando a dose diária de rivotril prescrita pelo médico veterinário dele. Mas continue assim, estou me divertindo muito e me diga uma coisa: Por onde andam do Tonho da Bicicretinha, o Asdrubal e o LEE SANTANA? Estão sumidos, pois só tenho visto você e a FAFA. O EZEQUIEL EVANGALISTA é novo? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
  • Darsio
    13/05/2022
    A matéria condiz com a verdade dos fatos: o GENOCIDA, mesmo arruinando as finanças do erário público, não consegue tirar a diferença do primeiro colocado nas pesquisas. Logo, ele já deve estar preparando o golpe por meio de três estratégias: a primeira é inflar o seu gado a atacar o STF, o STE e, as urnas eletrônicas; a segunda é favorecer os generais com elevadíssimos salários, blindá-los dos efeitos da reforma previdenciária e lhes agraciar com muito Viagra e próteses penianas; a terceira é o armamento de seus gado na intençaõ de criar uma milícia nacional. CUIDADO COM O GADO, POIS OS RUMINANTES NÃO PENSAM, SÃO INSANOS E MUITOS DELES ESTÃO PREPARADOS PARA ACIONAR O GATILHO DE UMA ARMA COM AS PATAS E, ATIRAR NO PRIMEIRO QUE SE OPOR AO GENOCIDA.
  • Alex
    3 dias atrás
    KKKKK. Lá vem o puldo falar novamente do viagra e das próteses penianas que tem sido mencionados com certa recorrência em seus comentários. Sei não acho que está rolando uma inveja do bem só porque os militares terão acesso ao tratamento e ele não será contemplado. KKKKKKKKK