LEGÍTIMA DEFESA

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Justiça absolve homem que matou jovem em Centro de Umbanda no Paulistano

Justiça absolve homem que matou jovem em Centro de Umbanda no Paulistano

Ricardo Augusto de Almeida, 34, foi absolvido pelo homicídio contra Lucas Alves Ricordi, 19. Juiz entendeu que auxiliar de serviços gerais agiu por legítima defesa.

Ricardo Augusto de Almeida, 34, foi absolvido pelo homicídio contra Lucas Alves Ricordi, 19. Juiz entendeu que auxiliar de serviços gerais agiu por legítima defesa.

Por Kaique Castro | 5 dias atrás | Tempo de leitura: 2 min
da Redação

Por Kaique Castro
da Redação

5 dias atrás - Tempo de leitura: 2 min

Reprodução

O auxiliar de serviços gerais Ricardo Augusto de Almeida foi absolvido da morte de Lucas Silva, 18

O auxiliar de serviços gerais Ricardo Augusto de Almeida, de 35 anos, que matou a facadas o jovem Lucas Alves Ricordi Silva, 18, em julho de 2021, em um Centro de Umbanda no Jardim Paulistano, foi absolvido das acusações de homicídio e tentativa de homicídio.

Ricardo chegou a ficar preso na época do crime, mas respondia pelo assassinado em liberdade. Ele foi absolvido pelo juiz José Rodrigues Arimatéa, que entendeu que ele agiu em legítima defesa.

O assassinato aconteceu no dia 7 de junho, quando Ricardo foi até o Centro de Umbanda que frequentava. Lá uma discussão se iniciou, o auxiliar chegou a brigar com Lucas e Sullima Batista da Silva, quando em determinado momento atingiu os dois com um canivete.

O auxiliar confessou o crime, afirmando que se defendeu das agressões de Lucas e Sullima.

“Ele alegou que tinha entrado um dia antes no terreiro, sem autorização dos dirigentes. Ele disse que queria se espairecer, que já havia feito isso outras vezes. E isso revoltou os dirigentes. No dia seguinte, eles teriam discutido. Ele disse que o Lucas o agrediu e a outra vítima também, e em um dado momento ele pegou o canivete que usava e desferiu golpes contra o Lucas e a outra vítima”, disse Márcio Murari, delegado da DIG, quando Ricardo foi preso.

“Ele foi agredido primeiro. Com isso, ele acabou desferindo os golpes. Ele anda com esse canivete, porque ele colhe ervas, plantas, para trabalhos”, alegou o advogado do acusado, Thales Balbino, também no dia que Ricardo se apresentou.

 Além de ter matado Lucas, o auxiliar desferiu golpes contra Sullima Batista da Silva, que segundo ele, teria tentado pegar o canivete de sua mão. Ambos chegaram a ser socorridos, mas o jovem morreu na manhã do dia seguinte ao crime.

Para o juiz, ficou claro nos depoimentos, inclusive de Sullima, que Ricardo agiu para se proteger. Com a decisão da Justiça, o caso é arquivado.

O auxiliar de serviços gerais Ricardo Augusto de Almeida, de 35 anos, que matou a facadas o jovem Lucas Alves Ricordi Silva, 18, em julho de 2021, em um Centro de Umbanda no Jardim Paulistano, foi absolvido das acusações de homicídio e tentativa de homicídio.

Ricardo chegou a ficar preso na época do crime, mas respondia pelo assassinado em liberdade. Ele foi absolvido pelo juiz José Rodrigues Arimatéa, que entendeu que ele agiu em legítima defesa.

O assassinato aconteceu no dia 7 de junho, quando Ricardo foi até o Centro de Umbanda que frequentava. Lá uma discussão se iniciou, o auxiliar chegou a brigar com Lucas e Sullima Batista da Silva, quando em determinado momento atingiu os dois com um canivete.

O auxiliar confessou o crime, afirmando que se defendeu das agressões de Lucas e Sullima.

“Ele alegou que tinha entrado um dia antes no terreiro, sem autorização dos dirigentes. Ele disse que queria se espairecer, que já havia feito isso outras vezes. E isso revoltou os dirigentes. No dia seguinte, eles teriam discutido. Ele disse que o Lucas o agrediu e a outra vítima também, e em um dado momento ele pegou o canivete que usava e desferiu golpes contra o Lucas e a outra vítima”, disse Márcio Murari, delegado da DIG, quando Ricardo foi preso.

“Ele foi agredido primeiro. Com isso, ele acabou desferindo os golpes. Ele anda com esse canivete, porque ele colhe ervas, plantas, para trabalhos”, alegou o advogado do acusado, Thales Balbino, também no dia que Ricardo se apresentou.

 Além de ter matado Lucas, o auxiliar desferiu golpes contra Sullima Batista da Silva, que segundo ele, teria tentado pegar o canivete de sua mão. Ambos chegaram a ser socorridos, mas o jovem morreu na manhã do dia seguinte ao crime.

Para o juiz, ficou claro nos depoimentos, inclusive de Sullima, que Ricardo agiu para se proteger. Com a decisão da Justiça, o caso é arquivado.

6 COMENTÁRIOS

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  • Gerson
    5 dias atrás
    Brasil...
  • Geraldo Marques
    5 dias atrás
    Eu rezo e peço a Deus pra nunca cair nas mãos da justiça. Porque e cada sentença que e\' dada que até Deus dúvida. Chama o advogado Paloma que resolve.....
  • Dirceu
    5 dias atrás
    Parabéns... Mais um caso de \"Justiça\" sendo feita... O cara vai a um lugar caçando briga com um canivete e depois alega legítima defesa... Parabéns aos advogados dele.
  • APARECIDO DONIZETE NUNES
    5 dias atrás
    Essa é a nossa Justiça, fazer o que ne.
  • Adalberto
    4 dias atrás
    Triste realidade Brasil sendo brasil
  • BATOM
    4 dias atrás
    CAIU O CONCEITO DESSE JUIZ EXPERIENTE. BOM FICOU PRO ADVOGADO DO BANDIDO (PQ QUEM DESFERE GOLPES EM UMA PESSOA VÁRIAS VEZES É BANDIDO). CADE A LEGITIMA DEFESA?? SE FOSSE PRA SE DEFENDER, O ACUSADO TERIA IDO EMBORA. MAS FICOU E MATOU O RAPAZ. ADVOGADO RECEBEU SEUS HONORÁRIOS E BOA. E O JUIZ, SÓ DEUS PRA ILUMINAR, ALIÁS, ATÉ DEUS DUVIDA DA SUA DECISÃO. AGORA SE VIRAR MODA ANDAR COM CANIVETE E DIZER QUE VAI COLHER ERVAS VIRAR MODA,ESTAMOS PERDIDOS.