TENSÃO

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Imobiliárias retiram placas das casas com receio de criminosos; furtos são constantes

Imobiliárias retiram placas das casas com receio de criminosos; furtos são constantes

“Diariamente, nós somos surpreendidos com vários imóveis sendo furtados em nossa cidade, por marginais que levam tudo o que encontram”, reclama Alexandre Franco, da Abifran.

“Diariamente, nós somos surpreendidos com vários imóveis sendo furtados em nossa cidade, por marginais que levam tudo o que encontram”, reclama Alexandre Franco, da Abifran.

Por Pedro Baccelli | 31/07/2022 | Tempo de leitura: 1 min
da Redação

Por Pedro Baccelli
da Redação

31/07/2022 - Tempo de leitura: 1 min

Pedro Baccelli/GCN

Fiação furtada em casa na Vila Tótoli, na zona Leste de Franca

O furto de fios elétricos, fechaduras e torneiras se tornou um crime comum em Franca. Além dos proprietários dos imóveis, quem sofre com a ação dos criminosos são as imobiliárias.

“Diariamente, nós somos surpreendidos com vários imóveis sendo furtados em nossa cidade, por marginais que levam tudo o que encontram, desde disjuntores, vasos sanitários, até fios de cobre, deixando os imóveis com apenas sua parte estrutural”, disse Alexandre Augusto Franco, presidente da Abifran (Associação das Administradoras de Bens Imóveis de Franca).

Segundo o proprietário da Imobiliária Diniz & Martins, Silvio de Paula Martins, o problema já ocorre há cinco anos em Franca e medidas precisaram ser tomadas. “Infelizmente não estamos podendo mais colocar placas de aluguel ou venda nos imóveis, pois no dia seguinte, quando os marginais veem que o imóvel está desocupado, eles já o invadem. Acredito que mais de 200 imóveis foram vandalizados somente neste ano”.

Diniz & Martins não é a única imobiliária que passou por esse problema. Apenas a J. Edison teve 30 imóveis invadidos e mais de R$ 20 mil em prejuízo neste ano. “Não sabemos mais o que fazer. É um prejuízo duplo: primeiro para o locador, que depende da renda do imóvel, e também para imobiliária, que administra este imóvel”, disse o proprietário, Junior Lopes.

Para tentar conter essa “enxurrada” de invasões, a associação enviou ofício para a Delegacia Seccional de Polícia de Franca, onde relatou os problemas de insegurança vividos pelos proprietários de imóveis e imobiliárias, como explica a secretária de Comunicação da Abifran, Marina Carilo, e o ex-presidente, João Silvestre.

“Esperamos que o poder público, através de um policiamento mais forte, e entre outras medidas, possa agir rápido, pois, realmente, os prejuízos estão grandes”, finaliza.

O furto de fios elétricos, fechaduras e torneiras se tornou um crime comum em Franca. Além dos proprietários dos imóveis, quem sofre com a ação dos criminosos são as imobiliárias.

“Diariamente, nós somos surpreendidos com vários imóveis sendo furtados em nossa cidade, por marginais que levam tudo o que encontram, desde disjuntores, vasos sanitários, até fios de cobre, deixando os imóveis com apenas sua parte estrutural”, disse Alexandre Augusto Franco, presidente da Abifran (Associação das Administradoras de Bens Imóveis de Franca).

Segundo o proprietário da Imobiliária Diniz & Martins, Silvio de Paula Martins, o problema já ocorre há cinco anos em Franca e medidas precisaram ser tomadas. “Infelizmente não estamos podendo mais colocar placas de aluguel ou venda nos imóveis, pois no dia seguinte, quando os marginais veem que o imóvel está desocupado, eles já o invadem. Acredito que mais de 200 imóveis foram vandalizados somente neste ano”.

Diniz & Martins não é a única imobiliária que passou por esse problema. Apenas a J. Edison teve 30 imóveis invadidos e mais de R$ 20 mil em prejuízo neste ano. “Não sabemos mais o que fazer. É um prejuízo duplo: primeiro para o locador, que depende da renda do imóvel, e também para imobiliária, que administra este imóvel”, disse o proprietário, Junior Lopes.

Para tentar conter essa “enxurrada” de invasões, a associação enviou ofício para a Delegacia Seccional de Polícia de Franca, onde relatou os problemas de insegurança vividos pelos proprietários de imóveis e imobiliárias, como explica a secretária de Comunicação da Abifran, Marina Carilo, e o ex-presidente, João Silvestre.

“Esperamos que o poder público, através de um policiamento mais forte, e entre outras medidas, possa agir rápido, pois, realmente, os prejuízos estão grandes”, finaliza.

1 COMENTÁRIOS

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  • Silas
    31/07/2022
    O que eu acho mais estranho é ver o poder público fazendo política qdo o prefeito vai tirar mendigos, maconheiros debaixo do viaduto não pode....aí tem direitos humanos ......agora o roubo na cidade crescendo e ninguém faz nada ...isso aqui vai virar terra de ninguém em breve .....subiu no muro é ladrão.....fogo neles