RELIGIÃO

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Deus é Fiel

Deus é Fiel

Senhor garantiu a sua salvação e com certeza realizará a sua Palavra. Leia o artigo do monsenhor José Geraldo Segantin.

Senhor garantiu a sua salvação e com certeza realizará a sua Palavra. Leia o artigo do monsenhor José Geraldo Segantin.

Por Monsenhor José Geraldo Segantin | 07/08/2022 | Tempo de leitura: 2 min
especial para o GCN

Por Monsenhor José Geraldo Segantin
especial para o GCN

07/08/2022 - Tempo de leitura: 2 min

Senhor garantiu a sua salvação e com certeza realizará a sua Palavra.

Ele pode chegar quando menos esperamos.

Vamos meditar sobre os ensinamentos.

Primeira Leitura: Sabedoria 18.
Na praça central de muitas das nossas cidades há monumentos que lembram acontecimentos marcantes da nossa história nacional.

Por que recordamos o passado?

O passado é lembrado sobretudo por um motivo: para infundir confiança àqueles que estão vivendo no presente.

Israel também sempre se comportou assim.

Israel é um povo que gosta de lembrar. Lembra sobretudo os prodígios do Êxodo.

Quando meditam sobretudo o que Deus fez por eles, sentem brotar dos próprios lábios um hino de agradecimento e de louvor, sentem o despertar da mesma confiança que inundou o coração dos seus antepassados.

Segunda leitura: Hebreus 11.
Quarenta anos depois da morte de Jesus, Jerusalém e seu maravilhoso templo são destruídos. Muitos judeus fogem e se dispensam pelo mundo. Longe da própria terra, alguns deles abraçam a fé cristã, mas sentem-se desanimados.

O capítulo 11 desta carta é dedicado à fé. Começa dizendo que a fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito daquilo que não se vê.

Também nós, como os judeus aos quais foi endereçada a carta, somos levados ao desânimo. Esperamos com ansiedade que se realizem as promessas de libertação e de paz, anunciadas por Jesus, mas estas nunca se concretizam.

Estas são as horas nas quais a nossa fé é submetida a duras provas. Estas são as oportunidades nas quais devemos continuar acreditando.

Evangelho: Lucas 12.
Domingo passado talvez tenhamos ficado impressionados pelo desditoso fim do rico agricultor.

Jesus começa dirigindo uma exortação aos seus discípulos: Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino. Eles sentem medo. Sabem que são poucos e fracos, diante de um mundo hostil.      Estão assustados porque o mal é poderoso, canta vitória em todas as partes, parece irresistível e se sentem frágeis e sem condições de se opor. O reino de Deus lhes garante Jesus, virá com certeza, porque não é obra do homem, mas é um dom do Pai.

A vida dos discípulos é, portanto, uma espera vigilante, uma permanente disponibilidade para o serviço.

Monsenhor José Geraldo Segantin é reitor do Santuário Diocesano de Santo Antônio.

Senhor garantiu a sua salvação e com certeza realizará a sua Palavra.

Ele pode chegar quando menos esperamos.

Vamos meditar sobre os ensinamentos.

Primeira Leitura: Sabedoria 18.
Na praça central de muitas das nossas cidades há monumentos que lembram acontecimentos marcantes da nossa história nacional.

Por que recordamos o passado?

O passado é lembrado sobretudo por um motivo: para infundir confiança àqueles que estão vivendo no presente.

Israel também sempre se comportou assim.

Israel é um povo que gosta de lembrar. Lembra sobretudo os prodígios do Êxodo.

Quando meditam sobretudo o que Deus fez por eles, sentem brotar dos próprios lábios um hino de agradecimento e de louvor, sentem o despertar da mesma confiança que inundou o coração dos seus antepassados.

Segunda leitura: Hebreus 11.
Quarenta anos depois da morte de Jesus, Jerusalém e seu maravilhoso templo são destruídos. Muitos judeus fogem e se dispensam pelo mundo. Longe da própria terra, alguns deles abraçam a fé cristã, mas sentem-se desanimados.

O capítulo 11 desta carta é dedicado à fé. Começa dizendo que a fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito daquilo que não se vê.

Também nós, como os judeus aos quais foi endereçada a carta, somos levados ao desânimo. Esperamos com ansiedade que se realizem as promessas de libertação e de paz, anunciadas por Jesus, mas estas nunca se concretizam.

Estas são as horas nas quais a nossa fé é submetida a duras provas. Estas são as oportunidades nas quais devemos continuar acreditando.

Evangelho: Lucas 12.
Domingo passado talvez tenhamos ficado impressionados pelo desditoso fim do rico agricultor.

Jesus começa dirigindo uma exortação aos seus discípulos: Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino. Eles sentem medo. Sabem que são poucos e fracos, diante de um mundo hostil.      Estão assustados porque o mal é poderoso, canta vitória em todas as partes, parece irresistível e se sentem frágeis e sem condições de se opor. O reino de Deus lhes garante Jesus, virá com certeza, porque não é obra do homem, mas é um dom do Pai.

A vida dos discípulos é, portanto, uma espera vigilante, uma permanente disponibilidade para o serviço.

Monsenhor José Geraldo Segantin é reitor do Santuário Diocesano de Santo Antônio.

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