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Viola Davis passeia pelo Rio de Janeiro em visita para divulgar 'A mulher rei'

Viola Davis passeia pelo Rio de Janeiro em visita para divulgar 'A mulher rei'

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Centro do Rio, recebeu a visita da atriz americana Viola Davis.

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Centro do Rio, recebeu a visita da atriz americana Viola Davis.

5 dias atrás | Tempo de leitura: 1 min
da Folhapress

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5 dias atrás - Tempo de leitura: 1 min

Reproução/Instagram

Viola Davis é uma das 15 mulheres, e a única negra, a ostentar a tríplice coroa da atuação nos EUA

 Protagonista de "A mulher rei", Viola está no Brasil para divulgar o filme, que conta a história de Nanisca, a comandante nos anos 1800 das Agojie, um exército composto por mulheres negras no reino de Daomé, hoje Benin.

Ela veio ao país pela primeira vez, e em seu passeio pelo Rio fez questão de conhecer o cais, ponto de fundamental importância histórica e cultural no Rio, que em 2017 passou a integrar Lista do Patrimônio Mundial da Unesco. Por ali passaram mais de um milhão de africanos escravizados em cerca de 40 anos.

Viola, 57 anos, foi ao Museu da Historia e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), onde visitou a exposição "O impacto da mulher na cultura afro-brasileira". A mostra é inspirada no longa que ela protagoniza, dirigido pela cineasta Gina Prince-Bythewood. Ainda no cais, ganhou de presente um colar de contas, importante indumentária ritualística do candomblé.

A atriz é uma das 15 mulheres, e a única negra, a ostentar a tríplice coroa da atuação nos EUA. Recebeu o Tony (por "Rei Hedley II" e "Um limite entre nós", peças de August Wilson), o Emmy (pela série "How to get away with murder", sucesso por seis temporadas) e o Oscar (atriz coadjuvante, em 2016, pela adaptação de Denzel Washington para "Um limite entre nós"). Ela participa, nesta segunda-feira (19) da première de "Mulher Rei", no Copacabana Palace.

 Protagonista de "A mulher rei", Viola está no Brasil para divulgar o filme, que conta a história de Nanisca, a comandante nos anos 1800 das Agojie, um exército composto por mulheres negras no reino de Daomé, hoje Benin.

Ela veio ao país pela primeira vez, e em seu passeio pelo Rio fez questão de conhecer o cais, ponto de fundamental importância histórica e cultural no Rio, que em 2017 passou a integrar Lista do Patrimônio Mundial da Unesco. Por ali passaram mais de um milhão de africanos escravizados em cerca de 40 anos.

Viola, 57 anos, foi ao Museu da Historia e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), onde visitou a exposição "O impacto da mulher na cultura afro-brasileira". A mostra é inspirada no longa que ela protagoniza, dirigido pela cineasta Gina Prince-Bythewood. Ainda no cais, ganhou de presente um colar de contas, importante indumentária ritualística do candomblé.

A atriz é uma das 15 mulheres, e a única negra, a ostentar a tríplice coroa da atuação nos EUA. Recebeu o Tony (por "Rei Hedley II" e "Um limite entre nós", peças de August Wilson), o Emmy (pela série "How to get away with murder", sucesso por seis temporadas) e o Oscar (atriz coadjuvante, em 2016, pela adaptação de Denzel Washington para "Um limite entre nós"). Ela participa, nesta segunda-feira (19) da première de "Mulher Rei", no Copacabana Palace.

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